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  Cabo Verde
Primeiro-ministro considera irresponsáveis acusações de deputado
- 10-Mar-2005 - 17:20


O primeiro-ministro guineense qualificou hoje de "irresponsáveis" as acusações feitas quarta-feira por um deputado da oposição, que o implicam, com o presidente e um ex-chefe de governo, numa alegada conspiração para eliminar algumas das principais chefias militares.


Em declarações à Agência Lusa, Carlos Gomes Júnior defendeu que as acusações feitas por Biaia Na Pana, em pleno Parlamento, são "chocantes" porque vêm de um deputado do Partido da Renovação Social (PRS, maior da oposição).

"(As declarações) são um acto de irresponsabilidade. De uma vez por todas, pensamos que a comunidade internacional deveria perguntar aos dirigentes do PRS o que é que eles querem", afirmou o também líder do PAIGC, quando questionado pela Lusa sobre se as acusações podem pôr em causa a confiança da comunidade internacional no país.

"Isto não pode acontecer quando um governo, que a comunidade internacional aprecia, se preocupa com a estabilidade e quer completar o ciclo de transição. É extremamente chocante haver essa postura", sustentou o presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Quarta-feira, no período de antes da ordem do dia, Na Pana acusou o presidente guineense, Henrique Rosa, Carlos Gomes Júnior e o antigo primeiro-ministro Manuel Saturnino Costa de terem um plano para eliminar algumas das chefias das Forças Armadas.

Entre os militares visados nessa alegada conspiração figurariam, segundo Na Pana, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Tagmé Na Waie, o chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), capitão-de-mar-e-guerra Bubo Na Tchuto, e o comandante do Regimento de Pára-Comandos, tenente-coronel Aniceto Na Flak.

Carlos Gomes Júnior informou que vai apresentar queixa nos tribunais, para "repor o bom nome", defendendo que o Parlamento guineense deve retirar a imunidade parlamentar a Na Pana, uma vez que, frisou, "é o nome da própria Assembleia Nacional Popular (ANP) que está em causa quando tem um deputado desta natureza".

"Fazer oposição não quer dizer fazer oposição pela negativa, que só vai pelo caminho da violência, que só faz incitamento à guerra e ao genocídio", argumentou, referindo-se ao PRS.

A oposição, "neste momento crucial para o país", prosseguiu, tem de ajudar a criar condições para que a comunidade internacional possa restabelecer "definitivamente" a confiança nas instituições guineenses.

No entanto, o primeiro-ministro, que garantiu existir um "excelente relacionamento" com o presidente e com as chefias militares, considerou que as "manobras" do PRS "já começam a ser demais" e que a comunidade internacional não vai julgar a Guiné-Bissau "apenas pelo posicionamento de meia dúzia de pessoas".

"Quando um deputado, que é do PRS e não é independente, fala na bancada do PRS e o líder da bancada (Carlitos Barai) não o desautoriza, quer dizer que o PRS está de acordo com a postura e isso é que é grave", afirmou.

Na óptica de Carlos Gomes Júnior, por detrás dessas "movimentações" está a "frustração" de "alguns dirigentes do PRS", uma vez que este partido "tem pessoas com quem o PAIGC se relaciona e respeita".

"Mas há uma meia dúzia de prevaricadores no PRS e nós sabemos quem são. Vamos pedir à comunidade internacional a sua intervenção antes que seja tarde", disse ainda, sem avançar nomes.

"Um dirigente político tem responsabilidades e o PRS está a tentar fazer o incitamento à violência para desacreditar este governo e o bom-nome da Guiné-Bissau. Isso não vamos tolerar", advertiu.


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