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  Cabo Verde
PAIGC repudia acusações de conspiração e pede ajuda internacional
- 10-Mar-2005 - 18:48


O PAIGC, no poder na Guiné-Bissau, repudiou hoje as acusações de conspiração feitas ao seu líder por um deputado da oposição e pediu à comunidade internacional que instaure um "inquérito" para confirmar a "trama urdida" para desestabilizar o país.


Num comunicado, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) considera que as acusações feitas a Carlos Gomes Júnior não passam de uma "situação delicada e tenebrosa" urdida pelo Partido da Renovação Social (PRS, o maior da oposição).

No documento, o PAIGC pede que o inquérito às declarações feitas quarta-feira no Parlamento pelo deputado "renovador" Biaia Wak Na Pana conte com a participação de representantes das Nações Unidas e das comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

"O inquérito servirá para que se faça luz sobre esta situação delicada e tenebrosa urdida pelo PRS e que visa desestabilizar o país", afirmou Daniel Gomes, também ministro da Defesa guineense, num comunicado lido aos jornalistas após uma reunião do Comité Central do PAIGC.

No documento, o PAIGC exige também uma "actuação rápida e resoluta" da Procuradoria-Geral da República (PGR) "para que o acusador produza as provas da sua acusação ou seja acusado de calúnia, difamação e incitação à violência".

"É mais uma tentativa de desestabilização levada a cabo pelo PRS, partido que não consegue agir nem viver em outro ambiente que não seja o da desestabilização e da confusão", lê-se no documento.

Além de Carlos Gomes Júnior, Na Pana acusou também o presidente guineense, Henrique Rosa, e o antigo chefe de governo e actual conselheiro do primeiro-ministro para as questões de Defesa Manuel Saturnino Costa, de terem um plano para eliminar importantes figuras das Forças Armadas do país.

Entre eles, segundo Na Pana, figura o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Tagmé Na Waie, o chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), capitão-de-mar-e-guerra Bubo Na Tchuto, e o comandante do Regimento de Pára-Comandos, tenente-coronel Aniceto Na Flak.

"O PAIGC repudia de forma enérgica essas acusações e condena com o maior vigor a tentativa de desestabilização que está a ser levada a cabo pelo PRS", afirma-se no comunicado.

O partido no poder responsabiliza a força política fundada por Kumba Ialá por "todas as consequências que possam advir da irresponsabilidade da sua acção desestabilizadora e sistematicamente subversiva".

Em declarações aos jornalistas, o também ministro da Defesa guineense realçou que as acusações surgem num momento em que está em curso a reconciliação nacional e nas Forças Armadas, lembrando que as chefias militares têm tido "uma atitude construtiva e realista".

Por outro lado, acrescentou Daniel Gomes, acontece também numa altura em que o governo do PAIGC procura estabilizar o país e decorre o processo com vista às eleições presidenciais, previstas para Junho próximo mas ainda sem data marcada.

Daniel Gomes indicou ter-se reunido hoje de manhã com o CEMGFA e garantiu que Tagmé Na Waie está "sereno", considerando-o um homem "equilibrado".

O ministro das Defesa guineense, contudo, não relatou os pormenores da conversa com Tagmé Na Waie que, na qualidade de membro do Comité Militar, se reúne hoje com Henrique Rosa juntamente com os restantes 24 membros do movimento que protagonizou o golpe de Estado de Setembro de 2003.

"Estas questões têm em vista a normalização do país e são indispensáveis à estabilização da Guiné-Bissau, que tem também em agenda a Mesa Redonda de doadores, um dos instrumentos mais importantes para a obtenção da ajuda externa indispensável ao relançamento económico do país", concluiu.

Em declarações à Agência Lusa, o líder da bancada parlamentar do PAIGC, Cipriano Cassamá, presente na conferência de imprensa, assinalou que a Comissão Parlamentar de Defesa e Segurança, mandatada para proceder a um inquérito, terá o seu trabalho feito no início da próxima semana.


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