As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Cabo Verde
Partido da oposição nega tentativa de desestabilização
- 11-Mar-2005 - 15:16


O Partido da Renovação Social (PRS, maior da oposição) refutou hoje as críticas de instigação à violência feitas quinta-feira pelo PAIGC, após um deputado "renovador" acusar o presidente e o primeiro-ministro de uma alegada conspiração contra algumas chefias militares.


Num comunicado à imprensa entregue à Agência Lusa, em resposta a um outro divulgado quinta-feira pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), o PRS considera as críticas "falaciosas e infundadas", alegando que "nunca advogou a violência".

No documento, assinado pelo porta-voz do partido, Joaquim Correia, o PRS não se demarca das acusações feitas quarta-feira no parlamento pelo seu deputado Biaia Na Pana, que afirmou ter "informações seguras" de que Henrique Rosa e Carlos Gomes Júnior, também líder do PAIGC, planeavam eliminar três chefes militares.

Pelo contrário, o PRS lembra que, nos termos do Estatuto dos Deputados, estes têm liberdade de produzir declarações políticas e considerações gerais sobre a vida nacional, "não podendo ser incomodados, perseguidos, detidos, presos, julgados ou condenados pelos votos ou opiniões que emitirem no exercício do seu mandato".

Com este argumento, o PRS, fundado em 1991 por Kumba Ialá, pretende "esvaziar" o conteúdo das acusações quer do primeiro-ministro e também líder do PAIGC quer do próprio partido governamental, que exigiu o levantamento da imunidade parlamentar a Na Pana.

No parlamento, Na Pana afirmou falar "em nome de um deputado soberano e eleito e não no do partido".

"O PRS é um partido democrático que pugna pelos valores da liberdade, transparência, justiça e tolerância, pelo que jamais advoga a prática da violência como forma de alternância política", lê-se no comunicado de hoje.

Na alegada conspiração, Na Pana envolveu o Presidente da República, Henrique Rosa, o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, e o antigo primeiro-ministro Manuel Saturnino Costa.

Entre os visados pela alegada conspiração referiu o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Tagmé Na Waie, o chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), capitão-de-mar-e- guerra José Américo Bubo Na Tchuto, e o comandante do Regimento de Comandos, tenente-coronel Aniceto Na Flak.

No comunicado, o PRS considera o PAIGC como o "principal factor de instabilidade política e da desgovernação" da Guiné-Bissau, apresentando seis situações para sustentar a acusação.

Segundo o PRS, foi o PAIGC que fez os fuzilamentos "maciços" de guineenses após a independência, "subverteu" a Constituição em 1980, através do golpe de Estado, e "dizimou quase todo" o Estado-Maior das Forças Armadas em Outubro de 1985.

Para este partido, foi também o PAIGC que "devastou" a Guiné- Bissau com o conflito militar de 1998/99, "promoveu" o golpe de Estado de Setembro de 2003 (que destituiu o regime do PRS), e foi o "responsável directo" pelo "Caso 06 de Outubro" de 2004.

O PRS volta depois a acusar o PAIGC de "falta de vontade política" para organizar as eleições presidenciais, ainda sem data marcada mas previstas para Junho, uma vez que está, no entender dos "renovadores", a braços com "problemas internos graves" para resolver desde a formação do governo, em Maio de 2004.

"O PAIGC é o primeiro e último responsável de todas as manobras dilatórias para que as eleições presidenciais não se realizem no prazo estabelecido na Carta de Transição Política, visando comprometer o processo de reconciliação nacional nas Forças Armadas e bloquear a aprovação da Lei da Amnistia Geral", afirma o PRS.

Quinta-feira, Carlos Gomes Júnior considerou "irresponsáveis" as declarações de Na Pana e exigiu o levantamento da imunidade parlamentar do deputado "renovador" e a instauração de um inquérito por parte do Ministério Público.

Por seu lado, no mesmo dia, numa reunião de emergência, o presidente guineense e o Comité Militar, órgão consultivo de Henrique Rosa, reafirmaram a confiança mútua, sublinhando que não existe qualquer divergência entre ambos.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design Portugal Algarve por NOVAimagem