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  Cabo Verde
Igreja nunca pode abdicar da liberdade de acção
- 18-Jan-2003 - 14:31

A igreja deve colaborar com os poderes políticos para o bem comum de toda a sociedade, preservando sempre a sua liberdade de acção, defenderam sexta-feira os bispos lusófonos em Cabo Verde.

Esta foi uma das recomendações do IV Encontro das Conferências Episcopais dos Países Lusófonos, realizado de terça e sexta-feira, reunindo 12 representantes dos países lusófonos à excepção de Timor Leste.

Nesta iniciativa que decorreu na Cidade da Praia, os prelados chegaram à conclusão que no relacionamento entre a igreja e o Estado é necessário desenvolver "um trabalho em estreita colaboração com vista ao bem comum da sociedade".

"Um relacionamento onde a igreja tem de ser fiel ao Evangelho e identificar e lutar pelos critérios e valores que dignifiquem a pessoa e promovam o desenvolvimento do Homem todo e de todos os Homens", referem em comunicado.

Nessa perspectiva os participantes "reafirmaram o desejo de cooperar com os poderes legalmente instituídos nas diversas áreas ao seu alcance, mas sem nunca se confundirem ou identificarem com partidos políticos ou limitarem a sua liberdade de acção".

Na reunião, os participantes congratularam-se com a paz em Angola e constataram a pujança da igreja católica que se expressa em português, "com mais de 150 milhões de católicos e profundamente inserida na sociedade".

Quanto à família e à sua interacção com a igreja, a ideia que este encontro deixou foi clara: "Não é possível o desenvolvimento integral das sociedades lusófonas sem a existência de famílias estáveis, fundadas no amor verdadeiro, e capazes de viver os valores e dar a educação base que ajude a formar os homens".

Outra das preocupações encaradas como centrais pelos participantes no IV Encontro das Conferências Episcopais dos Países Lusófonos foram o ensino e a formação, onde a igreja intervêm desde o jardim de infância até à universidade.

Sobre a sida, os bispos entendem que se trata de "uma questão premente", especialmente nos países africanos, e é importante que "seja enquadrada correctamente e que a prevenção seja baseada no combate às causas mais profundas, sem atacar a família e a beleza da sexualidade humana".

Os bispos consideram importante prosseguir com as campanhas de solidariedade entre as Conferências Episcopais para projectos já definidos e desenvolver a entreajuda nos projectos de rádios católicas e educação na Guiné e Angola, promovidos pela Fundação Evangelização e Cultura.

Para ajudar a sustentar o clero diocesano, em especial nos países africanos, foi decidido criar um esquema de apoio com base na solidariedade entre os sacerdotes lusófonos.

No encontro, subordinado ao tema "A Comunhão da Igreja pelo Desenvolvimento dos Povos", compareceram 12 prelados, entre eles o Arcebispo de Lubango (Angola), D. Zacarias Kamwenho, e o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo.

Estiveram representadas as igrejas católicas de Angola, Moçambique, Brasil, S. Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné Bissau e Portugal. Tarefas pastorais impediram a comparência de D. Basílio do Nascimento, da Diocese de Baucau, Timor-Leste.

O V Encontro das Igrejas Lusófonas foi marcado para a Guiné Bissau, em Janeiro de 2004.

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