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  Cabo Verde
Adiada para sexta-feira reunião para decidir data das presidenciais
- 17-Mar-2005 - 17:01


A reunião entre o presidente guineense, partidos políticos, elementos da sociedade civil e o Comité Militar para escolher uma data para a realização das eleições presidenciais na Guiné-Bissau, foi adiada para a manhã de sexta-feira.


A reunião com os chamados signatários da Carta de Transição Politica (CTP, mini Constituição da República) estava agendada para hoje e destinava-se a encontrar um consenso entre as partes quanto a uma data para a realização do escrutínio.

A questão da data tem dividido as partes nos últimos dois encontros destinados ao mesmo fim.

Fonte do gabinete do presidente guineense, Henrique Rosa, precisou à Lusa que a visita do presidente cabo-verdiano, Pedro Pires, ao país é a razão principal para o adiamento da reunião.

O presidente cabo-verdiano está de visita a Guiné-Bissau até sábado.

Os signatários da CTP, documento que tem regido a Guiné-Bissau em muitos aspectos desde o golpe de Estado que afastou Kumba Ialá da presidência da República, em 2003, não se entendem quanto a uma data para a realização das próximas presidenciais.

O Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder) quer a realização do escrutínio no mês de Julho, a oposição sem representação parlamentar aponta o mês de Novembro e as duas principais forças da oposição no Parlamento, os Partidos da Renovação Social (PRS) e Unido Social-Democrata (PUSD) querem o acto no mês de Maio.

Por seu lado, o presidente guineense manifestou a sua vontade de o escrutino ter lugar no mês de Junho.

A reunião inicialmente marcada para hoje tinha como finalidade ouvir as "ultimas considerações" dos 27 partidos políticos guineenses, sociedade civil e os militares, antes de o chefe de Estado anunciar a data do escrutínio, precisou à Lusa fonte da presidência da República.

Segundo a fonte, a reunião de sexta-feira, marcada para as 10:00 (mesma hora em Lisboa) será breve, uma vez que o chefe de Estado já tem uma proposta concreta para a ida às urnas.

No mesmo dia, sexta-feira ou o mais tardar sábado, Henrique Rosa deverá publicar um decreto presidencial que confirma o dia do escrutínio, adiantou a mesma fonte.


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