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  Cabo Verde
Grupo militantes do PAIGC impugna candidatura de Malam Bacai Sanhá
- 23-Mar-2005 - 18:36


Um grupo de militantes do PAIGC apresentou hoje um requerimento de impugnação à forma como Malam Bacai Sanhá foi escolhido como candidato do partido no poder na Guiné-Bissau às eleições presidenciais de 19 de Junho próximo.


Hélder Proença, membro do Bureau Político do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que encabeça a contestação, indicou que o requerimento foi entregue ao Comité de Verificação, Fiscalização e Controlo desta força política.

O requerimento, disse, foi assinado por cerca de uma dezena de membros do Comité Central, entre eles o primeiro vice-presidente do PAIGC, Aristides Gomes, e não contesta a candidatura do "camarada Malam Bacai Sanhá" mas sim o processo de escolha que, no seu entender, foi "claramente viciado".

"O processo de votação (realizado segunda-feira numa reunião do Comité Central do PAIGC) foi resultado de uma adulteração das regras estatutárias do partido", afirmou Hélder Proença, que tem, nos últimos meses, assumido posições críticas à liderança de Carlos Gomes Júnior, igualmente primeiro-ministro.

Segundo Hélder Proença, a votação foi "influenciada" por membros do partido que não estavam credenciados para participar no encontro, pois não dispunham de "capacidade activa" para intervir em defesa de qualquer candidato.

"Se decidirmos alterar esses requisitos de base é preciso primeiro alterar os estatutos. Além disso, quem pode alterar os estatutos é exclusivamente o Congresso e não qualquer outro órgão", sustentou, indicando que, na reunião do Comité Central, estiveram membros que não pertencem a este órgão do partido.

Hélder Proença assinalou, ainda, ter chamado a atenção para a situação em plena reunião do Comité Central, mas essa sua tomada de posição acabou por ser desvalorizada e desconsiderada.

Reiterando as críticas de "falta de diálogo" à actual direcção do PAIGC, Hélder Proença disse unicamente pretender, com esta atitude, denunciar as irregularidades no seio do partido, "através dos meios próprios e recursos internos".

"Não queremos que o nosso partido seja transformado num monopólio de uma ou outra pessoa e muito menos num campo de jogadas de influências sem critérios. Isso já rebentou no passado com o PAIGC e com a sua coesão interna", acrescentou.

Três candidatos apresentaram-se segunda-feira à votação dos mais de 300 membros que integram o Comité Central do PAIGC, que votaram maioritariamente em Bacai Sanhá, ex-chefe de Estado interino (1998/2000) e antigo presidente do Parlamento (1994/98).

Na votação, Bacai Sanhá derrotou Francisco Benante, actual presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP), e Luís Oliveira Sanca, ex-ministro do Comércio e do Interior.

Em declarações à Lusa, o porta-voz do PAIGC, Daniel Gomes, igualmente ministro da Defesa, indicou já ter lido o requerimento e que as denúncias apresentadas "não têm qualquer fundamento", uma vez que todos os candidatos se apresentaram em pé de igualdade.

"Houve mais do que um candidato e, por isso, optou-se por uma votação directa, secreta e universal. Todos os procedimentos foram feitos de acordo com os estatutos", garantiu Daniel Gomes, sublinhando que o Comité Central, quando se reúne em plenário, "é soberano".

Questionado sobre a possibilidade de a impugnação ser deferida, Daniel Gomes foi peremptório na resposta: "O requerimento não vai alterar em nada a decisão democrática e soberana tomada pelo Comité Central do PAIGC".


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