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Entrevista
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Delegados da UNITA no exterior contestam Valentim e Chivukuvuku
- 28-Mar-2005 - 12:44
«As delegações da UNITA junto das Comunidades Angolanas no Exterior seguiram atentamente as declarações despropositadas do Dr. Jorge Valentim e do deputado Abel Chivukuvuku que ferem o bom-nome do Partido», afirma um comunicado da organização enviado à nossa Redacção.
Eis o teor do comunicado, assinado por António Gomes Ferraz, Coordenador nos Estados Unidos da América, António Pinto Lumengo, Delegado na República Federal da Alemanha, Cláudio Pinto, Coordenador no Reino Unido, Eduardo Nkossi Ngo, Delegado na República Democrática do Congo, Fernando Vahekeny, Delegado na Namíbia, José Maria Chambassuku, Delegado em França, Kutesa Ghadt, Coordenador na Suíça, José Chiquito, Delegado no Canadá, Maurílio Luyele, Delegado no Brasil, Paulo Alicerces Mango, Delegado no Togo, Ruben Sicato, Delegado em Portugal, Virgílio Samakuva, Delegado na Espanha:
«A UNITA é um partido democrático que se rege por regras e Estatutos próprios a que todos os seus membros devem livremente obedecer. Não consta dos direitos dos seus membros, qualquer que seja a sua posição dentro do partido, a discussão na praça pública de quaisquer assuntos de carácter interno lesivos da sua honra.
Desde a sua eleição em Junho de 2003, o Presidente da UNITA, Dr. Isaías Samakuva, deu sobejas provas de dedicação ao partido e ao país, que tem sido claramente testemunhado pelos membros do partido, como também pelo Povo Angolano em geral. Como prova disso, está a ascensão da UNITA visível dentro e fora do país.
A maturidade politica implica honestidade e respeito pelas estruturas partidarias. Os membros e militantes informados da UNITA sabem bem que os factos relatados nessas entrevistas estão apresentados de forma deliberadamente distorcida, revelando a má fé dos seus autores.
Nesse contexto, em nome da justiça e de Angola, os Delegados da UNITA junto das Comunidades Angolanas no Exterior tornam pública:
1. A sua total repulsa e indignação pelas declarações daqueles que se prestam a fazer claramente o jogo do adversário apenas interessado em enfraquecer a oposição;
2. A sua incondicional solidariedade para com o Presidente da UNITA, Dr. Isaías Samakuva, a quem reconhecem total capacidade para dirigir o partido de acordo com o inequívoco mandato que lhe foi conferido pelo Congresso.
Só é do partido quem quiser e todos os membros devem obediência às normas disciplinares vigentes no Partido, cabendo maiores responsabilidades aos quadros seniores.»

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