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Entrevista
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Registam-se 16 novos casos diários de tuberculose
- 3-Apr-2005 - 12:53
A tuberculose, a par do paludismo, continua a ser um dos maiores problemas de saúde na Guiné-Bissau, país onde se registam diariamente 16 novos casos, estimando-se que, até ao fim deste ano, a doença afecte 5.850 guineenses.
A estimativa foi feita pela ministra da Saúde guineense, Odete Semedo, numa entrevista publicada no semanário Gazeta de Notícias, indicando que a incidência anual de casos de tuberculose no país é de 450 por cada 100.000 habitantes.
Segundo Odete Semedo, a média anual na Guiné-Bissau é muito superior à registada no conjunto dos países da África Ocidental, que se situa em 259 casos por cada 100.000 habitantes.
Para 2005, prevê a ministra, esperam-se mais de 5.850 novos casos, número que, em média diária, é equivalente a 16 contaminações.
Segundo Odete Semedo, os factores da doença identificados em vários estudos feitos no país estão sobretudo ligados às condições de alojamento das populações, à falta de higiene básica, à pobreza e à falta de conhecimento dos riscos e métodos de prevenção da infecção.
"As pessoas seropositivas têm maior possibilidade de manifestar a doença e de morrer de tuberculose. Actualmente, em cada 10 casos de tuberculose, entre três a cinco têm também o vírus HIV/Sida, correndo três vezes mais o risco de morrer", assinalou.
Ao longo dos últimos anos, indicou ainda, os diferentes governos tomaram várias medidas para melhorar a qualidade dos cuidados e aumentar a eficácia das intervenções no tratamento da tuberculose.
Entre 2002 e 2004, referiu, a proporção de doentes que abandonaram o tratamento à infecção baixou de 26 para 09 por cento, graças sobretudo à intervenção de várias organizações humanitárias, como o Programa Alimentar Mundial (PAM), e não-governamentais guineenses.
Para 2005, informou Odete Semedo, o governo traçou o objectivo de aumentar a taxa de cobertura com a estratégia de tratamento sob observação e melhorar quer a taxa de detecção de novos casos quer a prestação de cuidados aos doentes seropositivos.

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