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  Cabo Verde
Presidente no Senegal com a crise guineense na agenda
- 3-Apr-2005 - 22:30


O Presidente da República de Cabo Verde participa, segunda-feira, nas comemorações do 45º aniversário da independência do Senegal, mas Pedro Pires vai também discutir com o seu homólogo, Abdoulaye Wade, a crise na vizinha Guiné-Bissau.


A deslocação do chefe de Estado cabo-verdiano ao Senegal vai durar até à próxima quarta-feira e com ele viajou, já na noite de sábado, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Victor Borges.

Fontes da Presidência da República admitiram à Agência Lusa que Pedro Pires deverá reunir-se com o presidente senegalês, Abdoulaye Wade, e com o chefe de Estado guineense, Henrique Rosa, também presente nas cerimónias comemorativas da independência senegalesa, e no "menu" vão estar vários "dossiers urgentes" para a sub-região da África Ocidental.

As mesmas fontes adiantam que a crise que a Guiné-Bissau atravessa e as eleições presidenciais de 19 de Junho próximo, para as quais se perspectiva uma forte polémica em volta das possíveis candidaturas dos ex-presidentes João Bernardo "Nino" Vieira e Kumba Ialá, vão constituir o essencial do encontro entre os três chefes de Estado.

A Guiné-Bissau assume especial relevância para o Senegal tendo em conta que a sua fronteira Sul, a região de Casamança, coincide com território guineense e é palco, há mais de duas décadas, de um conflito independentista protagonizado pelo Movimento das Forças Democráticas de Casamança (MFDC).

Já para Cabo Verde, Bissau assume igualmente grande importância devido aos fortes laços que unem os dois povos, que têm em Amílcar Cabral, fundador do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), uma referência fundamental nos processos de libertação e independência.

Com o eventual regresso de "Nino" Vieira à política guineense, regressa aquele que foi responsável pelo chamado movimento reajustador, que, em 1980, quando do golpe de Estado que derrubou Luís Cabral, o primeiro presidente do país, resultou na expulsão de centenas de cabo-verdianos de Bissau e levou à ruptura entre os dois países, até então com a mesma bandeira e o mesmo partido, o PAIGC, no poder.

No passado mês de Março, Pedro Pires esteve na Guiné-Bissau, dando corpo à primeira visita de um chefe de Estado cabo-verdiano a Bissau desde a ruptura de 1980, onde esteve intensamente envolvido na pacificação de mais uma crise de contornos político-militares por esta ter coincidido com a sua deslocação oficial.


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