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  Cabo Verde
15.600 euros para Comissão Fiscalização recenseamento
- 4-Apr-2005 - 14:42


O governo da Guiné-Bissau atribuiu 10,26 milhões de francos CFA (15.600 euros) à Comissão de Fiscalização e Seguimento do Recenseamento Eleitoral, tendo metade dessa verba sido já disponibilizada, afirmou à Agência Lusa o ministro da Administração do Território guineense.


Mumine Embaló indicou que o montante em falta será disponibilizado nos próximos dias para que a comissão, de cinco membros em representação dos 28 partidos políticos do país, possa efectuar o seu trabalho.

O ministro guineense, que tutela o processo eleitoral com vista às eleições presidenciais de 19 de Junho próximo, adiantou que os membros da comissão já estão no terreno e que estão a percorrer o país em quatro viaturas alugadas pelo governo.

O recenseamento eleitoral começou a 19 de Março último e deveria estar concluído a 02 deste mês. No entanto, alegando a fraca participação do eleitorado, o governo decidiu a sexta-feira prorrogar o processo por uma semana, terminando as operações no próximo dia 09.

A comissão é liderada por José Lopes, dirigente do Partido Unido Social-Democrata (PUSD, segunda maior força da oposição), tem como "número dois" Artur Sanhá, vice-presidente do Partido da Renovação Social (PRS, maior da oposição), e como "número três" Carlos Vamain, dirigente do Fórum Cívico Guineense/Social-Democracia (FCG/SD, oposição extra-parlamentar).

A comissão foi criada no início de Março último, depois de os representantes dos diferentes partidos terem defendido que o recenseamento eleitoral de raiz teria de ser fiscalizado por todas as forças partidárias.

Na ocasião, sustentaram que, dado a importância do acto, que terá repercussões em futuras votações, o processo teria de ser fiscalizado para evitar fraudes nos cadernos eleitorais.

O governo guineense, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), foi sensível às reivindicações dos partidos da oposição, que exigiram um recenseamento de raiz em detrimento de uma actualização dos cadernos eleitorais.

Os cadernos eleitorais foram a principal razão da grande polémica que rodeou as eleições legislativas de 28 de Março de 2004, uma vez que, no dia da votação, surgiram três exemplares diferentes, o que provocou grande agitação e denúncias de fraude generalizada.

Por esse facto, grande parte dos eleitores de Bissau e de algumas outras cidades do país não pôde votar, obrigando a que a votação fosse retomada dois dias depois.


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