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  Cabo Verde
«Nino» Vieira pede perdão e diz que também já perdoou
- 7-Apr-2005 - 16:53


O ex-presidente guineense "Nino" Vieira pediu hoje "perdão" a todos os que magoou no passado, assegurando que também já "perdoou" aos que lhe fizeram mal, e disse que regressou à Guiné-Bissau para votar e ajudar à paz.


Numa breve declaração aos jornalistas, já em casa da sua mãe, em Bissau, João Bernardo "Nino" Vieira, que mantém ainda o estatuto de exilado político em Portugal, onde chegou em Junho de 1999, não esclareceu se tenciona concorrer às eleições presidenciais de 19 de Junho próximo.

"Voltei à minha terra para me poder recensear e votar nas próximas eleições. Voltei à minha terra para pedir perdão a todos os que magoei no passado e garanto que já perdoei a todos os que magoaram", afirmou "Nino" Vieira.

"Regresso para apelar ao perdão. Que me perdoem todos aqueles que, com as minhas acções, se sentiram magoados. Posso garantir-vos que, eu próprio, já perdoei todos aqueles que me fizeram mal", frisou "Nino" Vieira, que tinha a seu lado a mulher, Isabel Romano, que viajou também para Bissau desde Conacri.

"Estou de regresso à minha terra para recuperar os meus direitos cívicos. Vou recensear-me e espero votar nas próximas eleições presidenciais", acrescentou.

O antigo chefe de Estado guineense sublinhou também que outro dos seus objectivos é, em conjunto com todos, "aprender com os erros cometidos no passado", de forma a dar início a "um novo começo".

"Nino" Vieira saudou os seus "camaradas de armas" das Forças Armadas, nomeadamente pelos "notáveis esforços de reconciliação que estão a ser feitos" no exército.

"Estou de regresso à minha terra para estar perto de vós, para abraçar todos os meus irmãos guineenses em todos os cantos da Guiné- Bissau", afirmou o ex-chefe de Estado.

Sublinhando que pretende "ajudar" o seu povo a consolidar a paz a que tem direito, "Nino" Vieira destacou que quer também apoiar os esforços para uma "verdadeira reconciliação nacional" que, disse, "é um imperativo patriótico".

"Vou dar toda a minha contribuição para que a Guiné-Bissau possa definitivamente virar a página de sofrimentos que marcou a nossa história recente. A única coisa que me interessa neste momento é contribuir para um futuro de paz de estabilidade política, de desenvolvimento da Guiné-Bissau", concluiu.

A curta declaração de "Nino" Vieira, sempre acompanhado pela mulher, foi lida num pequeno quarto da residência da sua mãe, onde não havia luz, o calor era excessivo e se apinhavam cerca de duas dezenas de jornalistas.

Fora da residência, centenas de pessoas davam vivas a "Cabi", nome pelo qual "Nino" Vieira é também conhecido pela sua intervenção na guerra de independência.

Segundo disse à Agência Lusa Conduto de Pina, membro do Bureau Político do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de que "Nino" foi também líder (1980-98), o ex-chefe de Estado deverá recensear-se como eleitor em Bissau ainda hoje à tarde.

O programa da deslocação de "Nino" Vieira ao país não foi adiantado, mas Aristides Gomes disse à Lusa que foi pedida uma audiência ao chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMHGFA), general Tagmé Na Waie, cuja data e local não indicou.


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