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  Cabo Verde
Regresso de «Nino» Vieira põe a descoberto divergências no PAIGC
- 7-Apr-2005 - 20:11


O regresso do ex-presidente guineense "Nino" Vieira a Bissau pôs a descoberto divergências no seio do PAIGC, com vários altos dirigentes a assumirem claramente a ruptura com o líder Carlos Gomes Júnior.


"O impensável para muitos aconteceu", disse à Agência Lusa Cipriano Cassamá, líder parlamentar do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), numa alusão a Carlos Gomes Júnior, que, disse, "tentou, até à última hora, impedir o regresso" de "Nino" Vieira.

Aristides Gomes, 1º vice-presidente do PAIGC, assumiu também a ruptura com a liderança de Carlos Gomes Júnior, igualmente primeiro- ministro, ao afirmar que o candidato do PAIGC às presidenciais de 19 de Junho é "Nino" Vieira e não Malam Bacai Sanhá.

As implicações do regresso a Bissau do também antigo líder do PAIGC, que viveu os últimos seis anos com o estatuto de exilado político em Portugal, são, no entender de Hélder Proença, membro do Bureau Político do partido, muito simples e passam pela organização de um novo congresso para legitimar "Nino" na liderança.

Aristides Gomes, Cipriano Cassamá e Hélder Proença têm constituído o triângulo visível da contestação a Carlos Gomes Júnior e não foram poucas as "afrontas" públicas que lhe fizeram.

A Lusa tem contactar Carlos Gomes Júnior, mas, até agora, tal não foi possível.

Hoje de manhã, ainda antes de "Nino" Vieira chegar a Bissau, as especulações e os boatos eram muitos e a contra-informação circulava "a grande velocidade".

Na altura, Carlos Gomes Júnior estava reunido com as chefias militares e, ao longo das mais de três horas de reunião, a informação era sempre reservada.

No entanto, após a reunião, os chefes militares guineenses não falaram à imprensa e o ministro da Defesa, Daniel Gomes, acabou por pôr água na fervura ao indicar que a hierarquia castrense garantiu que se subordinará ao poder político.

Depois, e após muitas hesitações sobre a hora e local de chegada de "Nino" Vieira, que se encontrava desde quarta-feira em Conacri, o helicóptero militar que o trouxe da vizinha República da Guiné aterrou às 13:40 locais (14:40 em Lisboa) no Estádio Nacional 24 de Setembro, quando muitos o aguardavam ainda no aeroporto.

No meio de uma grande euforia, os mais de 5.000 apoiantes presentes cercaram literalmente o helicóptero ainda que este desligasse os motores das hélices, o que provocou grande receio de uma tragédia, uma vez que a segurança foi impotente para travar o ímpeto de todos os que queriam ver de perto "Nino" Vieira.

Já na residência da sua mãe, no bairro de Chão de Papel, em pleno centro de Bissau, e com a casa cercada por centenas de apoiantes, "Nino" Vieira acabou por fazer as primeiras declarações, pedindo o o perdão de todos os que, no passado, acabou por "magoar", garantindo que já tinha perdoado aos que também o "magoaram".

Na curta declaração à imprensa, "Nino" Vieira disse que vinha a Bissau para "recuperar" os seus direitos cívicos e para se recensear, mas não avançou se vai apresentar-se na corrida às presidenciais. O prazo de entrega de candidaturas termina no dia 19.

Acrescentou que pretende também ajudar a Guiné-Bissau a consolidar a paz e a concretizar a "verdadeira reconciliação" nacional, que, sustentou, "é um imperativo patriótico".

Previsto para hoje, segundo Conduto de Pina, membro do Bureau Político do PAIGC e antigo cunhado de "Nino" Vieira, está o recenseamento como eleitor, em Bissau, do ex-presidente guineense, bem como um encontro com o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Tagmé Na Waie.


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