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  Cabo Verde
Praia, uma cidade parada em memória de João Paulo II
- 8-Apr-2005 - 15:54


A capital cabo-verdiana, Cidade da Praia, acordou hoje sem o colorido nem o bulício dos dias normais porque o governo decretou tolerância de ponto para o dia das exéquias de João Paulo II, no Vaticano.


Por Ricardo Bordalo
da Agência Lusa

Maioritariamente católica, a população de Cabo Verde movimentou- se aos milhares, nos últimos dias, por todas as nove ilhas habitadas do arquipélago em cerimónias religiosas organizadas em homenagem ao Papa.

Além da devoção, Cabo Verde tem ainda em João Paulo II uma referência temporal de grande importância para a história do país: o Sumo Pontífice visitou Cabo Verde em 1990, escassos meses antes do fim do regime de partido único e da consequente abertura à democracia multipartidária.

A sexta-feira, quando não calha nos feriados alinhados no calendário, é, por tradição, o dia mais movimentado na Cidade da Praia, mas hoje esta era uma urbe parada às primeiras horas da manhã e o reduzido movimento que registava já à hora de almoço estava longe da azáfama normal.

Com a decisão do governo de decretar tolerância de ponto para o dia de hoje, por motivo do funeral de João Paulo II, os serviços públicos encerraram, as casas comerciais não abriram as portas e mesmo nos cafés eram poucos os que serviam o café da manhã a quem procurou o "mata-bicho" fora de casa.

Ilda Nogueira, proprietária de um pequeno café na Achada de Santo António, só decidiu, como explicou à Lusa logo pela manhã, abrir às portas porque podia dispensar as duas funcionárias, "já a contar com pouca afluência de clientela".

Mesmo as centenas de táxis que circulam normalmente pela capital de Cabo Verde eram em reduzido número na manhã de hoje.

Também as "rabidantes", vendedoras ambulantes, eram uma sombra, em número e mesmo na paleta do vestuário, dos restantes dias, nos quais, com as suas roupas coloridas, emprestam uma vivacidade característica à capital cabo-verdiana.

A contrastar com este espartano despertar da Praia, onde vivem cerca de 110 mil dos 450 mil habitantes do arquipélago, o televisor ligado na montra de uma casa de electrodomésticos, encerrada, no Plateau, a zona nobre da capital, era o foco das atenções de pelo menos duas dezenas de pessoas que assistiam, em directo, ao "descanso final" de João Paulo II.


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