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Necessidade urgente de preservar a língua portuguesa
- 23-Jan-2003 - 15:08

A língua portuguesa é homenageada sexta-feira, em Viseu, durante uma jornada organizada pelo Instituto Piaget que pretende alertar para a necessidade de preservar e promover o português nos países da CPLP.

Fernando Paulo, coordenador da iniciativa, disse à Agência Lusa temer que, caso não haja "uma intervenção urgente" na promoção do português, muitos dos países da comunidade lusófona "podem futuramente vir a mudar de idioma".

Exemplificou com o caso de Angola no pós-guerra, devido aos interesses das grandes potências, e de Moçambique, de onde chegaram apelos ao Instituto Piaget para que aí construísse "quanto antes" um estabelecimento de ensino que garanta a continuidade da língua portuguesa no território.

"Se a língua portuguesa for substituída pelo inglês, que é a tendência, Moçambique corre o risco de se desintegrar", defendeu, acrescentando que "a fortaleza que pode defender o país é a língua portuguesa".

Na sua opinião, "a língua portuguesa pode ser o baluarte de manutenção da independência dos membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que integra Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, S. Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Por isso, o Instituto Piaget tem apostado em levar o ensino aos países da comunidade lusófona, tendo já a funcionar universidades em Angola (com cursos de Educação, Saúde, Economia, Medicina, Direito e Engenharia dos Petróleos) e Cabo Verde (com cursos de Sociologia, Educação e Engenharia Electrotécnica).

A pedida universidade em Moçambique encontra-se já em construção há meio ano na Cidade da Beira, estando outra planeada para Timor-Leste.
"Se formarmos quadros que falem a língua portuguesa, temos aliados nesses países", frisou Fernando Paulo à Lusa.

O papel que a língua portuguesa tem no "projecto planetário da CPLP" é precisamente o primeiro tema a ser abordado sexta-feira em Viseu, num painel que conta com a presença de João Augusto de Médicis, secretário-executivo da CPLP.

No âmbito deste painel, será debatida a estratégia a adoptar para o desenvolvimento e defesa do português e também a formação dos professores dessa disciplina.

A importância da comunicação social como "parceiro no papel educativo da escola" e a possibilidade de as autarquias avançarem com projectos de geminação interautárquica na CPLP são outros assuntos em análise na I Homenagem à Língua Portuguesa, contando o último painel com a coordenação do presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Fernando Ruas.

"Com os projectos interautárquicos, a língua portuguesa poderia seguramente radicar-se mais profundamente nos países da CPLP", considera Fernando Paulo.

Fernando Paulo referiu à Lusa que a jornada de Viseu pretende consciencializar para o papel que a língua portuguesa assume no seio da comunidade lusófona, sendo uma espécie de "antecâmara" ao congresso bienal da CPLP, que irá decorrer em Novembro, também em Viseu.

O Centro de Investigação em Língua Portuguesa do Instituto Piaget decidiu organizar o evento, inédito em Portugal, na sequência do livro "Tributo à madre língua", de Fernando Paulo, que será lançado sexta-feira.

Para o autor, a língua portuguesa é "uma mulher sedutora que enfeitiça homens e mulheres", e na qual muitos têm "feito filhos", em todos os países da CPLP, ao passar a sua criatividade para o papel.

No seu livro descreve-a como sendo "sinfónica, polifónica e sem discriminações; europeia, africana, americana, asiática e oceânica; em suma, englobante e planetária".
"Comecei a tomar consciência de que aquilo que sei devo-o à minha língua e decidi fazer-lhe um tributo. Mas, mesmo assim, ainda tenho tanto para lhe pagar...", refere Fernando Paulo.

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