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  Cabo Verde
PAIGC analisa comportamento de dirigentes em reunião emergência
- 15-Apr-2005 - 19:31


O líder do PAIGC convocou para 28 e 29 deste mês uma reunião de emergência da Comité Central, principal órgão de decisão entre congressos, para analisar o comportamento de vários dirigentes do partido que sustenta o governo guineense.


Carlos Gomes Júnior, presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e igualmente primeiro-ministro, não afirmou explicitamente que a reunião se destina a expulsar os dirigentes em causa, sublinhando que essa decisão cabe à direcção da força política.

No entanto, lembrou que estão em causa as atitudes que há cerca de um ano têm sido tomadas por três altos dirigentes do antigo partido único, destacando-se, entre eles, o 1º vice-presidente do PAIGC, Aristides Gomes, bem como o líder parlamentar, Cipriano Cassamá.

As divergências tornaram-se públicas desde que Aristides Gomes, há um ano, não aceitou ser membro do governo de Carlos Gomes Júnior saído das eleições legislativas de Março.

As diferenças de opinião entre Carlos Gomes Júnior e Aristides Gomes, que têm protagonizado sucessivos episódios de confrontação pública, agravaram-se na semana passada, durante e depois do polémico regresso a Bissau do ex-presidente João Bernardo "Nino" Vieira, após seis anos de exílio em Portugal.

Na ocasião, Aristides Gomes, Cipriano Cassamá e Hélder Proença, este último destacada figura do regime de "Nino" Vieira e actual membro da Comissão Permanente do PAIGC, exigiram inicialmente a demissão do líder do partido para, mais tarde, reivindicarem apenas a convocação de um congresso extraordinário para pedir a sua demissão.

A "guerra de palavras" entre as duas alas chegou quarta-feira ao rubro quando Carlos Gomes Júnior, numa reunião com a juventude e com a associação de mulheres do PAIGC, teceu duras críticas àqueles três dirigentes, considerando-os "lacaios" e "sanguessugas"

No caso de Aristides Gomes, o líder do PAIGC apelidou-o também de "cobra venenosa", sublinhando que, ao ser eleito presidente no Congresso do PAIGC, em 2002, aceitou-o como "número dois" apenas "em nome da reconciliação e da reestruturação do partido".

"Esta direcção (do PAIGC) foi-me imposta e aceitei Aristides Gomes como 1º vice-presidente porque era uma pessoa que, "a priori", iria ajudar o partido a afirmar-se. Hoje, deduzo que não passa afinal de uma cobra venenosa e dou a mão à palmatória", afirmou.

Na mesma reunião, Aristides Gomes, que se sentou ao lado de Carlos Gomes Júnior, refutou as acusações e afirmou que recebeu "Nino" Vieira na qualidade de presidente da Comissão Parlamentar de Reconciliação Nacional, sem admitir, contudo, que foi um dos organizadores da vinda do ex-presidente.

Nas declarações hoje à Lusa, Carlos Gomes Júnior frisou que, sobre esta questão, já disse tudo o que tinha a dizer, reafirmando, contudo, que os dados estão lançados e que cabe à direcção do PAIGC tomar uma posição.

O líder do partido governamental frisou, por outro lado, que Malam Bacai "é e continuará a ser" o candidato do partido às presidenciais de Junho próximo, minimizando o apoio que alguns dirigentes têm dispensado a "Nino" Vieira, cuja candidatura será entregue na próxima terça-feira no Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

"Não temos nada a ver com a candidatura dele. Nino Vieira vai pelo Nino Vieira e o PAIGC é o PAIGC e tem o seu próprio candidato", garantiu, assegurando que é essa a posição que vai reafirmar na reunião do Comité Central e que Malam Bacai Sanhá contará com o apoio de "todas as estruturas" do partido.


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