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  Cabo Verde
Joaquim Chissano começa hoje a inteirar-se sobre a crise política
- 3-May-2005 - 13:52


O enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para a Guiné-Bissau começa hoje em Bissau uma série de contactos oficiais para se inteirar do momento político-militar no país, visando encontrar medidas para garantir a paz e estabilidade.


O ex-presidente moçambicano Joaquim Chissano, que chegou segunda-feira à noite à capital guineense, tem hoje uma agenda preenchida, com sucessivos encontros de manhã e de tarde com as autoridades civis, militares e religiosas.

De manhã, Chissano, nomeado sexta-feira por Kofi Annan, é recebido pelo presidente do Parlamento, Francisco Benante, pelo primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, pela presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Maria do Céu Monteiro, e pelo chefe da diplomacia guineense, Soares Sambu.

Depois do almoço, terá encontros com o presidente Henrique Rosa e com o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Tagmé Na Waie, entes de começar a receber os representantes das igrejas católica e evangélica e da comunidade islâmica.

Quarta-feira, Chissano receberá representantes dos partidos políticos sem assento parlamentar e da sociedade civil, mantendo depois reuniões de trabalho com o representante residente da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e com os embaixadores acreditados em Bissau.

No dia seguinte, o enviado especial de Kofi Annan receberá os líderes das três principais forças políticas guineenses, os partidos Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), da renovação Social (PRS, maior da oposição) e Unido Social-Democrata (PUSD).

Sexta-feira, haverá encontros bilaterais e mais uma sessão de trabalho com o chefe de Estado guineense, devendo sábado deixar Bissau, embora haja a possibilidade de prolongar a sua estada por mais dois ou três dias, tal como disse à Agência Lusa fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A Guiné-Bissau está a atravessar uma nova crise político- militar, que tem como pano de fundo as eleições presidenciais de 19 de Junho próximo, às quais 21 concorrentes apresentaram a respectiva candidatura no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que deve anunciar quem está em condições de seguir até à votação ainda no decorrer desta semana.

Entre os 21 candidatos figuram os ex-chefes de Estado João Bernardo "Nino" Vieira e Kumba Ialá, tendo o Supremo de decidir se estão em condições de se apresentar à corrida presidencial, uma vez que ambos estarão legalmente impossibilitados para tal.

A incerteza quando à decisão do Supremo tem provocado graves tensões sociais e também o receio de novos focos de conflito, num país que tem sido assolado por várias crises político-militares desde a guerra de 07 de Junho de 1998 que, após 11 meses, levou à destituição de "Nino" Vieira.

A actual transição foi iniciada em Setembro de 2003, 14 dias após o golpe de Estado protagonizado pelo Comité Militar para a Restituição da Ordem Democrática e Constitucional, que depôs o regime do então presidente Kumba Ialá.


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