Anuncie no Noticias Lusofonas e promova a sua empresa em todo o mundo de lingua portuguesa
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Entrevista
As 26.304 mil horas de amargura dos angolanos
- 4-May-2005 - 17:30


Entre alegre folguedo e com sorrisos sem graça - quais palhaços de um circo que desabou a 22 de Fevereiro de 2002 - data da morte de Jonas Savimbi, líder da UNITA - políticos de inteligência apoucada e intelectuais de pacotilha vão abrindo a boca para, entre heresias políticas de péssimo gosto, afirmarem, amiúde, que «a paz veio para ficar».

Os políticos e intelectuais, que alardeiam aos quatro cantos de Angola e do mundo que a «paz veio para ficar», precisam de saber que bonança sem pão é como saco vazio que não fica em pé. Que paz sem pão é Sol de pouca dura e pode ser, de forma natural, a alavanca principal para implosões sociais.

Os que dizem com pompa e vaidade em entrevista à Comunicação Social (nacional e estrangeira) que a «paz veio para ficar», sem pensar no estômago dos milhões que nada têm, demonstram pura e simplesmente que têm uma cabeça mal construída por fora e por dentro e que desconhecem o que é a paz (social) e como se constrói.

Por isso, vale dizer (porque a verdade é melhor predicado que todos nós deveríamos seguir) que males há que vêm para bem. E o inverso também é verdadeiro.

A morte de Jonas Savimbi, por exemplo, e a consequente capitulação da UNITA, enquanto partido armado, é disso exemplo claro e indesmentivel.

Ora, com o final do «bang-bang» (de 2002 até à presente data foram consumidas 26.304 mil horas) era suposto assistirmos a uma mudança radical no quadro político, social e económico do País.

Mas não, tal (ainda) não aconteceu. E ao que tudo indica não acontecerá tão cedo!

Julgávamos que não fossemos mais continuar a ter falta de luz, água e pão. Que fossemos continuar a ter «crateras» nas estradas da capital e falta de saneamento básico.

Mas não, tal (ainda) não aconteceu. E ao que tudo indica não acontecerá tão cedo!

Pensávamos que se fosse valorizar o homem, o angolano, o trabalhador para quem o (des)Governo fixou o salário mínimo de cinquenta dólares.

Mas não, tal (ainda) não aconteceu. E ao que tudo indica não acontecerá tão cedo!

Era suposto dar-se espaço a novos quadros, de preferência jovens, que adoptassem discursos que se compaginassem com os tempos que todos nós queremos e que nada têm a ver com a época do «sabe quem sou (?)».

Mas não, tal (ainda) não aconteceu. E ao que tudo indica não acontecerá tão cedo!

Presumíamos que o Mais Alto Magistrado da Nação, que atende pelo nome de José Eduardo dos Santos (JES), fosse conseguir alegrar o povo, criando políticas que dessem às famílias angolanas a possibilidade de desfrutarem da sua condição de cidadãos deste «grande e belo».

Mas não, tal (ainda) não aconteceu. E ao que tudo indica não acontecerá tão cedo!

Imaginávamos que já fosse possível aos camponeses voltarem a abraçar a terra como o faziam em tempos idos, de modo a que pudessem contribuir para colocar Angola na senda do progresso.

Mas não, tal (ainda) não aconteceu. E ao que tudo indica não acontecerá tão cedo!

A menos que o (des)Governo angolano vá arregaçar mangas quando estivermos a poucas horas das eleições. Até lá, estou certo, serão poucos os angolanos que saberão que o Voto é a Arma do Povo.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Construção de Sites Algarve por NOVAimagem