As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 director: Norberto Hossi
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Cultura
 » Desporto
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Cultura
«O medo regressou à sociedade guineense», lamenta Henrique Rosa
- 26-Jun-2005 - 22:31


O presidente cessante da Guiné-Bissau reagiu sábado aos incidentes registados no dia anterior em Bissau considerando que o país foi "novamente empurrado para um estado de tensão política injustificado" e que o "medo regressou à sociedade" guineense.


Numa mensagem à Nação, Henrique Rosa lembrou que depois de um acto eleitoral considerado exemplar pela comunidade internacional, os incidentes surgiram numa altura em que a Guiné-Bissau tem pela frente "o grande desafio da paz e estabilidade".

"O país foi empurrado para um estado de tensão política injustificado. O medo regressou à nossa sociedade. Mas a Guiné-Bissau não merece isso e o povo tem direito a um presente de paz e tranquilidade", afirmou Henrique Rosa, lamentando "profundamente" a morte de quatro jovens e os ferimentos em outros seis.

O chefe de Estado cessante, que deixará o cargo após a tomada de posse do presidente eleito na segunda volta das eleições, prevista para Julho, exortou também o governo a concluir, "com a brevidade que se impõe", o inquérito em curso aos incidentes de sexta-feira.

Nesse dia, uma marcha não autorizada pelo governo e promovida pela Juventude do Partido da Renovação Social (J-PRS), cujo "partido-mãe", PRS, apoiou Kumba Ialá às presidenciais de 19 deste mês, levou a graves confrontos com as forças de segurança locais.

"Tem de se conhecer, logo que possível, a verdade sobre o sucedido para que sejam apuradas todas as responsabilidades", acrescentou Henrique Rosa, lembrando que os incidentes "vieram recordar que há ainda um longo caminho a percorrer".

Segundo o presidente, empossado no cargo 14 dias após o golpe de Estado de 14 de Setembro de 2003 que destituiu Kumba Ialá, o caminho a seguir passa pela necessidade de se abandonar definitivamente as estratégias de confrontação violenta.

"Pelo contrário, devemos consolidar uma cultura de respeito pelos cidadãos, pelas instituições, uma cultura de regras para conviver politicamente e promover os legítimos interesses do povo guineense", sublinhou.

Nesse sentido, apelou "ao bom senso" dos candidatos, líderes políticos, governo e também ao povo guineense para que nunca mais se verifiquem no país "actos tristes", idênticos aos de sexta-feira.

"A dor que representa a perda de vidas humanas é sempre motivo de grande consternação. Por isso, as minhas primeiras e últimas palavras vão para as famílias dos jovens que morreram, consequência lamentável de uma manifestação política que degenerou em caos e violência", concluiu Henrique Rosa.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Criação e Alojamento de Sites Algarve por NOVAimagem