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  Entrevista
Trabalhadores da Cabinda Gulf Oil Company podem retomar a greve
- 13-Jul-2005 - 18:34


Os funcionários da Cabinda Gulf Oil Company, que estiveram em greve na passada semana, poderão retomar a paralisação a qualquer momento, caso não se chegue a um acordo satisfatório entre a comissão dos trabalhadores e a Chevron, noticiou hoje a «Rádio Voz da América».


As reivindicações dos trabalhadores da petrolífera norte-americana decorrem das contradições entre o ministro dos Petróleos e o seu vice-ministro que, em visita ao campo de Takula, em Cabinda, no passado dia 9, intimidou os trabalhadores, divulga comunicado das assembleias dos campos do Malongo e de Takula, citado por aquela emissora.

Devido a esta situação, os funcionários endureceram a sua posição, ameaçando nova paralisação se a Cabinda Gulf Oil Company não aceitar as suas reivindicações salariais, que vão dominar o encontro da próxima terça-feira, mediado pelo Ministério dos Petróleos angolano.

Este novo clima de desagrado dos funcionários surpreendeu a comissão «ad hoc», representativa dos trabalhares, que viu rejeitado o seu pedido de adiamento da greve quando ainda se encontrava em negociações com a petrolífera.

De acordo com a «Rádio Voz da América», esta rejeição fragilizou a coesão da comissão «ad hoc», tendo alguns integrantes apresentado o seu pedido de demissão.

O coordenador da comissão, António Sousa, em entrevista à «Voz da América», mostrou-se preocupado com a atitude dos trabalhadores, apelando para que todas as partes envolvidas no processo de negociação a considerarem a nova ameaça de greve como real, «porque se trata de um assunto sério».

No seu caderno reivindicativo, os trabalhadores da subsidiária da Chevron exigem um aumento salarial na ordem dos 300%, valor rejeitado pela empresa, que colocou na mesa uma subida de apenas 20% sobre o salário base.


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