Anuncie no Noticias Lusofonas e promova a sua empresa em todo o mundo de lingua portuguesa
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Entrevista
Guiné acredita num acordo com o FMI
- 30-Oct-2002 - 14:58

O ministro das Finanças da Guiné-Bissau, Rui de Barros, disse hoje que estão disponíveis todas as informações solicitadas ao Governo pela missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) que se encontra no país.

Numa entrevista ao jornal «Correio da Guiné-Bissau», Rui de Barros mostrou-se crédulo num acordo com o FMI, salientando que foi «100 por cento executado» o que era obrigação do Governo.

E prosseguiu: «se o FMI trouxe novas preocupações, só depois é que serão conhecidas».

Esta «nuance» introduzida por Rui de Barros surge num contexto de dúvida, que a própria ministra dos Negócios Estrangeiros guineense, Filomena Tipote, deixou transparecer terça-feira.

A chefe da diplomacia guineense afirmou que o FMI está a demonstrar antipatia pelo actual Governo da Guiné- Bissau.

Na ocasião, Tipote sublinhou que o quadro de referência do FMI foi alterado e que, mudando as regras, o grau de dificuldade aumenta.

Neste contexto, a ministra exigiu que o FMI deveria ser mais claro e dizer abertamente que está em desacordo com o actual regime.

«Mas não se pode esquecer que o regime não são mais de 300 pessoas, enquanto o país é mais de um milhão», sustentou, defendendo que não se pode castigar tantas pessoas por causa de preferências políticas.

No entanto, o ministro Rui de Barros resume o actual quadro admitindo «uma expectativa enorme» sobre a análise que a equipa do FMI está a fazer às contas do Estado guineense.

Já na terceira missão na Guiné-Bissau, o FMI tem «chumbado» o Governo de Bissau quanto à resposta dada às exigências colocadas no âmbito da política macroeconómica do país.

Algumas das exigências colocadas pelo FMI visam, nomeadamente, evitar a acumulação de pagamentos de montantes em atraso da dívida interna, a criação de uma estrutura que permita o pagamento de salários e reformas com recursos internos, a redução da pobreza, a desmobilização de militares e o aumento do controlo das fronteiras.

Rui de Barros lembrou que a Guiné-Bissau é um país em situação de pós-conflito, com as estruturas de base destruídas, e que «esse factor não pode ser ignorado pela comunidade internacional».

«Países como o Uganda e Moçambique saíram há dez anos de guerras e ainda usufruem desse estatuto, beneficiando dos recursos externos disponíveis neste quadro», lembrou.

No entanto, o governante advertiu que «qualquer decisão do FMI - de que depende a anuência para que o Banco Mundial (BM) assine acordos financeiros -, não pode surgir fora do contexto da iniciativa do perdão da dívida» do Banco Mundial, denominada Iniciativa para os Países Pobres Altamente Endividados (HIPC, na sigla em inglesa).

A Guiné-Bissau atravessa uma profunda crise económica e social, com ameaças de greve por parte dos sindicatos, salários em atraso (quatro meses em alguns sectores) e uma turbulência política cujo desfecho poderá estar directamente ligado ao resultado da actual missão do FMI no país, que termina a 13 de Novembro.

Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Construção de Sites Algarve por NOVAimagem