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  Cultura
E deles, quem nos salva?
- 27-Mar-2003 - 9:15

Regressei há apenas algumas horas do meu bunker de luxo, no subsolo de Badgad, onde tive oportunidade de privar longamente com o ditador Iraquiano, Saddam Hussein.


Curioso é o facto de não me lembrar de nada do que falei com ele... o que, bem vistas as coisas, até não é nada de extraordinário, porque quem armou o regime iraquiano também já não se lembra de o ter feito.

Bem queria, neste meu regresso, escrever longamente sobre os feitos do Mr. Hussein, mas não sou capaz de pronunciar mais do que estas breves palavras: que Deus tenha pena dele! Quanto ao Cowboy que dirige os destinos do Rancho, permitam-me que parafraseie o filho do supracitado Deus, numa versão adaptada: Perdoai-lhe Senhor, porque ele não sabe o que faz.

Muito sinceramente, enquanto leigo que sou, acho que os Senhores da Guerra, só o são, verdadeiramente, porque enquanto as armas disparam e os pássaros fogem assustados, eles optam por um lugar no sofá de pele importada, com o comando da TV na mão, as pipocas espalhadas pela carpete Persa e o canino a dormir de barriga para o ar. Os Senhores da Guerra escolhem estas opção, porque ela é, sem dúvida, a mais fácil. “O quê? Eu a arriscar o meu cabedal? Eu, tão limpinho que sou, a sujar o meu fato Emporio? Nem pensar!”.

Todos sabemos que a guerra no Iraque é mais do que um tentativa, a meu ver frustrada, de se depor um regime, ela (a guerra) quer o controle dos poços de petróleo, da economia iraquiana, das mentes iraquianas e a prova-lo estão as declarações proferidas algumas semanas antes do conflito começar, por uma senhora de “punho de ferro”, qual ditadora, que se chama Condi Rice. Ela disse, para os que não se lembram, que quando a guerra terminar, os EUA vão assegurar a transição política do Iraque. Ora, nós conhecemos os americanos, não conhecemos? Sim! E achamos mesmo que eles são o “novo-cristo”? Não!

Depois também temos aquele discurso de ocasião, do género: Vamos libertar o povo iraquiano. Mas e ao povo iraquiano, alguém perguntou se ele quer ser libertado?
Alguém lhes perguntou se eles querem viver de acordo com o modelo norte-americano? É que além do petróleo há ainda o poder das multinacionais de restauração! Ah, pois! É obvio que aquela manjedoura que tem o nome começado por “M” vai, imediatamente instalar uma série de espaços comerciais, para vender os seus “Big” e “Cheese”, ao preço da “uva mijona”!

Os EUA não querem libertar o mundo, através da eliminação dos líderes dos países do tal “Eixo do Mal”. Os EUA querem dominar, cultural, económica e politicamente, o mundo e se dúvidas houvessem, elas estão agora, a meu ver, dissipadas.

Os amigos americanos, têm uma necessidades incrível de estar sempre em guerra. Eu acho que é um problema de pequenez psicológica. Eles são muito do género “bilu bilu”, muito do género “duh” e está é a forma que encontram para meterem medo a quem quer viver em paz e de disfarçar a incrível falta de inteligência de líderes políticos que ganham eleições sem ter a maioria dos votos. Sim, porque a “capital do mundo” é o tal sítio onde as eleições se ganham na secretaria!

Só me dá vontade de perguntar: Se os americanos nos querem salvar, quem é que nos salva dos americanos?

Mesmo a terminar, um grito de guerra: POVO AMERICANO, A EUROPA, A NOVA TERRA DOS SONHOS, ESPERA-VOS... LIBERTAI-VOS!

solitoes@hotmail.com

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