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  Entrevista
Procuradores da ONU culpam ex-ministro do Interior pela instabilidade
- 17-Jun-2006 - 12:56


Investigadores internacionais em Díli a serviço das Nações Unidas e fontes timorenses consideram que ex-ministro do Interior Rogério Lobato estará na origem da recente tentativa de golpe de Estado em Timor-Leste, noticia hoje o "Expresso".


O semanário cita um relatório de procuradores internacionais que estão há uma semana em Timor, mandatados pela ONU, e têm agora segurança 24 horas por dia.

Os procuradores estarão convictos que os acontecimentos que se seguiram à manifestação de antigos militares no dia 28 de Abril foram desencadeados com o apoio de polícias e grupos paramilitares fiéis a Lobato.

Segundo os investigadores, é desconhecido o paradeiro de "muitas das armas compradas nos últimos anos para a polícia por Rogério Lobato", conforme descreve o "Expresso", pelo que os procuradores pensam que pode estar em perigo.

Rogério Lobato, em entrevista ao "Expresso", nega todas as acusações, apontando, por seu lado, as responsabilidades da tentativa de golpe de Estado ao Presidente Xanana Gusmão, aos padres católicos e ao comandante-geral da polícia.

Rogério Lobato demitiu-se do cargo de ministro do Interior de Timor-Leste, a pedido do Presidente Xanana Gusmão, no dia 1 de Junho e disse na altura à agência Lusa que assumia a responsabilidade pela situação no país e, em particular, pela "desagregação do comando-geral" da Polícia Nacional de Timor- Leste (PNTL).

"Eu era o responsável político. Como ministro do Interior, como responsável político, tenho de assumir a responsabilidade. Foi por isso que apresentei a minha demissão", disse Rogério Lobato, contactado telefonicamente para Díli. Segundo explicou, essa responsabilidade abrange toda a situação de instabilidade e violência no país, "mas sobretudo" o incidente final de Maio em que dez polícias morreram e quase 30 ficaram feridos quando foram alvejados por militares das Falintil- Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL) junto ao quartel-general da PNTL.

"Esse incidente não teria acontecido se o comandante-geral (o superintendente Paulo Martins) estivesse aqui e estivesse em coordenação com o comando das forças de defesa. Esse incidente foi lamentável, foi um massacre, mas podia ter sido evitado", disse.

Rogério Lobato e o titular da Defesa, Roque Rodrigues, apresentaram a sua demissão, pedida pelo Presidente da República, Xanana Gusmão. Alcino Baris é agora o titular da pasta do Interior.

A actual crise em Timor-Leste começou com o despedimento de cerca de 600 militares que se queixaram de alegada discriminação étnica por parte da hierarquia das forças armadas e cujo protesto, em finais de Abril, em Díli, terminou com uma intervenção do exército. Na repressão da manifestação foram mortas cinco pessoas, segundo o governo, mas os ex-militares e outros elementos das forças armadas que entretanto abandonaram a instituição afirmam que morreram cerca de 60 timorenses.

Desde então, mais de duas dezenas de pessoas foram mortas em confrontos entre grupos rivais, incluindo dez polícias timorenses abatidos por soldados, a 25 de Maio, durante um ataque ao seu quartel, em Díli.

Para restabelecer a segurança no país, as autoridades timorenses pediram a intervenção de uma força militar e policial a Portugal (que enviou 120 efectivos da GNR), Austrália, Nova Zelândia e Malásia.

A onda de violência nas últimas semanas provocou cerca de 130 mil deslocados que, segundo o governo timorense e as Nações Unidas, se encontram em diversos campos de acolhimento, sobretudo na zona de Díli.


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