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  Entrevista
Ramos Horta pode visitar alegado «esquadrão da morte»
- 18-Jun-2006 - 14:53


O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste poderá visitar segunda-feira o grupo de veteranos da resistência que alegam terem sido armados pelo primeiro-ministro Mari Alkatiri para eliminarem adversários políticos, anunciou hoje em Díli o chefe da diplomacia.


Mari Alkatiri já negou as acusações, mas o seu ex-ministro do Interior e vice-presidente da FRETILIN, Rogério Lobato, reconheceu em entrevista publicada sábado pelo semanário Expresso, que o alegado "esquadrão da morte" foi preparado para ajudar a polícia a "actuar numa situação de guerrilha".

Mari Alkatiri rejeitou que a FRETILIN tenha um grupo armado clandestino e que tenha ordenado a distribuição de armas a civis, afirmando que se trata de mais uma tentativa para o desacreditar.

"Estão a tentar diabolizar a minha imagem. É a única coisa que posso dizer", comentou Alkatiri, citado pela estação de televisão australiana ABC, o primeiro órgão de comunicação a revelar a existência do alegado "esquadrão da morte".

José Ramos Horta, que defendeu no passado dia 09 a realização de uma investigação urgente sobre o caso, conduzida por timorenses e peritos internacionais, disse que está a considerar contactar o grupo nesta segunda-feira, numa área montanhosa de Liquiça, a ocidente de Díli.

O objectivo do contacto é persuadir o grupo de veteranos, liderado por Vicente "Railos" da Conceição, a entregar a suas armas e debater as alegações sobre o envolvimento do primeiro-ministro e do ex- ministro do Interior.

"Pode ser que vá. Ainda não tenho a certeza. O importante é tentarmos recolher as armas e depois, o próximo passo, descobrir quem lhes forneceu o armamento", acrescentou Ramos Horta.

As Nações Unidas iniciaram este fim-de-semana uma investigação sobre os actos de violência registados desde finais de Abril em Díli, incluindo a actividade de grupos armados, para descobrir quem procedeu à distribuição de armas.

A investigação está a ser coordenada com o Ministério Público timorense, tendo na passada quinta-feira, em declarações à agência France Press, o procurador António Osório declarado que serão seguidas todas as linhas de investigação, incluindo as alegações do grupo de veteranos liderado por Vicente "Railos" da Conceição.


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