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  Entrevista
Empresariado português
continua muito distraído

- 29-Jun-2006 - 14:35


Verdade política do Governo não corresponde à realidade. Além disso, empresários e políticos passam a vida a olhar sempre para os mesmos umbigos

Há tempos o Notícias Lusófonas publicou uma entrevista minha, por alturas da visita de do primeiro-ministro português, José Sócrates, a Angola, sob o título “Empresários portugueses gostam pouco de arriscar” onde a distracção e a garnde apatia dos empresários portugueses, em particular para Angola, eram evidenciadas. Uma das ressalvas que o NL fez então acerca da entrevista (4 de Abril) foi: «Portugal e os empresários portugueses têm de acreditar que Angola é, neste momento, um dos únicos parceiros onde poderão encontrar oportunidades de negócio claros».


Por Eugénio Costa Almeida
Mestre em Relações Internacionais e Doutorando em Ciências Sociais


Na mesma entrevista afirmei, entre outros pontos, que “Portugal e os empresários portugueses têm de acreditar que Angola é, neste momento, um dos únicos parceiros onde poderão encontrar oportunidades de negócio claros” ou, ainda, que a presença dos empresários portugueses em Angola “(…) a sua forte presença, em contraponto a outras actividades importantes, como a cultura e o turismo, poderá ser um empurrão para que ainda possa apanhar alguma das últimas carruagens do comboio de oportunidades de negócio que é Angola.”

No seu último artigo “Para onde olham os empresários?” publicado na rubrica Alto Hama, aqui no NL, o jornalista e historiador angolano-português Orlando Castro, volta a chamar a atenção para a continuada apatia do empresariado português e para a sua proverbial distracção perante as novas tecnologias.

É escusado o sr. Sócrates (o de Portugal) dizer que Portugal já está todo coberto pela “banda larga” porque onde não houver luz nem wireless, ninguém consegue ter acesso à Internet, pelo que, sem querer ser inconveniente, tenho de afirmar que o sr. Sócrates está muito longe da verdade. Veja-se im exemplo: Na Galé, zona turística de eleição e com vários hotéis de qualidade, não existe wireless em nenhuma zona da localidade.

Quanto aos dividendos publicitários que os novos portais de informação lhes poderiam oferecer; só a título de exemplo, o NL é visitado, mensalmente, por cerca de 180 mil pessoas, ou seja seis mil utilizadores/dia.

Como alerta Orlando Castro, “será difícil entender o valor económico, político, social e cultural de um Jornal que desde Outubro de 2002 acumulou 3.129.068 de visitas e 52.911.021 visualizações?”

O Angonotícias, um portal informativo angolano, embora não sabendo os números reais, informaram-me, sob reserva e por defeito, que ultrapassa as 1.500 visitas/dia.

Parece que sim, que os empresários portugueses ainda não perceberam o alcance de um portal informativo; nem os empresários nem os principais órgãos informativos escritos que mantém sítios na Net que mais não são que meros “repetidores” do que escrevem nos “papéis” com os mesmos erros e defeitos destes.

Mas perguntarão o que, salvo o facto dos empresários portugueses parecerem distraídos?

Muito simples.

O suplemento económico do Diário de Notícias, de 26.Jun.2006, na página 6, sobre as “Novas Estratégias” sob o título “ Empresas nacionais [portuguesas] devem mudar mentalidade para investir em Angola” escrevia precisamente sobre estas matérias citando ora o presidente da Fundação Afro-Lusitana (FAL), António Vilar, quer pelo vice-Ministro das Obras Públicas angolano, José Ferreira, que apontou para a necessidade de alianças entre empresários portugueses e angolanos (esta matéria foi, igualmente, referida aqui no NL de 23.Jun.2006).

Pois é aqui que está o paralelismo entre a minha entrevista e a chamada de atenção de Orlando Castro.

Se os empresários portugueses estivessem mais atentos àqueles que, realmente, lhes alertam poderiam evitar de esperar cerca de 3 meses para ouvirem o presidente da FAL, ou o director-geral do Comércio de Angola, ou o vice-Ministro das OP´s angolanas dizerem o mesmo que eu, atempadamente, afirmei, quase que pelas mesmas palavras.

É por isso, que é altura do empresariado português abrir definitivamente os olhos e lembrar-se que, como na altura declararei, “Angola é, neste momento, um dos únicos parceiros onde poderão encontrar oportunidades de negócio claros” e “que nos grandes riscos podem estar os grandes negócios” além de que os empresários que “estavam virados, quase exclusivamente para a UE, estão em situação precária e alguns estão na falência. E se considerarmos a concorrência quase desleal da China e de alguns países asiáticos – e porque não dizê-lo também entre os Estados comunitários – nas relações comerciais apresentando produtos a preços pouco competitivos para o tecido empresarial português”

Pois, é altura dos empresários portugueses, e voltamos à mesma tecla, abrirem os seus horizontes.


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