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  Entrevista
Alkatiri alega imunidade parlamentar para adiar audição
- 30-Jun-2006 - 14:27


Mari Alkatiri alegou a imunidade parlamentar e a ausência dos seus advogados para pedir o adiamento da sua audição sobre a aleg ada distribuição de armas a civis, disse hoje o Procurador-Geral da República de Timor-Leste.


"O senhor Alkatiri não vai ser interrogado hoje por duas razões: a prim eira é que, depois da sua demissão do governo, ele tornou-se membro do parlament o e [nessa qualidade] tem imunidade e a segunda é porque ele continua à espera d a chegada dos advogados que vêm do estrangeiro", disse Longuinhos Monteiro, citado pela BBC.

O primeiro-ministro demissionário e líder da FRETILIN anunciou quinta-feira, numa entrevista à Rádio Renascença, que pediu o adiamento da sua audição, prevista para hoje, mas apenas referiu como justificação a ausência dos seus advogados.

"A audição já não é amanhã [sexta-feira], foi adiada a meu pedido. A da ta marcada também foi a meu pedido, não foi iniciativa da Procuradoria-Geral da República, porque queria resolver a situação o mais depressa possível", disse Alkatiri na entrevista.

"Mas como os meus advogados não puderam estar a tempo aqui [Díli], entã o pedi para adiar", acrescentou.

Longuinhos Monteiro confirmou a recepção da carta de Mari Alkatiri e adiantou que os procuradores vão analisar o pedido do primeiro-ministro demissionário.

Alkatiri foi notificado segunda-feira pela Procuradoria-Geral da Repúbl ica para prestar declarações sobre o caso da distribuição de armas a civis que e nvolve o seu ex-ministro do Interior Rogério Lobato.

Fonte judicial então ouvida pela Agência Lusa justificou a audição de A lkatiri com o depoimento de Rogério Lobato, "que confirmou todas as alegações fe itas por Vicente da Conceição Railos", um veterano da resistência e chefe de um alegado "esquadrão da morte".

Railos acusou Mari Alkatiri e Rogério Lobato de terem ordenado a distri buição de armas a civis para a eliminação de opositores políticos.

O ex-ministro do Interior, ouvido pelo Tribunal da Díli na semana passa da, na presença de um advogado oficioso, está sob prisão domiciliária a aguardar o fim da instrução do processo.

Nas declarações que prestou em tribunal, segundo a mesma fonte, Lobato "não negou nenhuma" das quatro acusações que sobre ele impendem - conspiração, t entativa de revolta, posse ilegal de armas e associação criminosa -, pelas quais arrisca uma pena de 15 anos de prisão.

Rogério Lobato será ouvido novamente pelo tribunal no sábado, já na pre sença dos seus advogados, Luís Mendonça de Freitas e Paulo Remédios.


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