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  Cultura
Nino Vieira apela para mais investimento chinês no país
- 30-Oct-2006 - 14:15


O presidente guineense, Nino Vieira, afirmou em Xangai que a Guiné-Bissau deseja mais investimento chinês, antes de partir para Nanjing, para assistir hoje à cimeira entre a China e a Associação dos Países do Sudeste Asiático (ASEAN).


No segundo dia de uma vista oficial à China, João Bernardo "Nino" Vieir a foi um dos convidados na cimeira que marca os 15 anos de relações de diálogo entre a China e a ASEAN, que decorre na capital da província oriental chinesa de Jiangsu.

A ASEAN integra o Brunei, Cambodja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia , Myanmar (Birmânia), Singapura, Tailândia e Vietname.

A convite do presidente chinês, Hu Jintao, Nino Vieira iniciou domingo em Xangai, centro económico e financeiro da China, a sua visita oficial ao país, com um encontro com o presidente da câmara da cidade, Han Zheng.

Após a reunião de trabalho, o presidente guineense afirmou que a Guiné-Bissau deseja maiores investimentos chineses no país, tendo também manifestado " admiração pelos surpreendentes sucessos que a China obteve em anos recentes", segundo a agência noticiosa oficial chinesa Nova China.

O chefe de Estado guineense inicia quarta-feira a segunda parte da sua viagem à China, com um encontro com Hu Jintao, antes de se juntar a mais 47 líderes africanos na Cimeira de Chefes de Estado e de Governo do Fórum de Cooperação Sino-Africano (FOCAC, na sigla em inglês), que decorre a 4 e 5 de Novembro.

Em declarações à saída de Bissau, Nino Vieira indicou que o objectivo d a primeira parte da sua visita à China é a extensão das acções de cooperação chinesas no país, servindo também para apresentar à parte chinesa diversos projectos de desenvolvimento na Guiné-Bissau.

O presidente guineense é acompanhado pelos ministros dos Recursos Naturais, Aristides Ocante das Silva, e da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Sola N'Quilin, bem como pelo director-geral da Cooperação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Artur Silva.

A China é, actualmente, um dos principais parceiros de cooperação com a Guiné-Bissau, tendo vários projectos em curso e outros já terminados, como a nova sede da Assembleia Nacional Popular, o parlamento guineense, no centro de Bissau.

Bissau e Pequim discutem também na actualidade a construção de mil casas de habitação social e a ponte sobre o rio Farim, no norte do país, a reconstrução das estradas que ligam Buba a Catió e Quebo a Cacine (ambas no sul) e ainda a edificação de um porto de águas profundas em Buba (200 quilómetros a sul de Bissau).

O governo chinês está também a desenvolver o estudo para a recuperação dos quartéis e casernas do país e das residências para os oficiais, bem como par a a construção do Palácio do Governo, que irá concentrar os serviços do executiv o num edifício de seis andares, o maior de Bissau.

Em entrevista à Nova China, Nino Veira afirmou também que deseja aproveitar a visita oficial à China para recolher os frutos da experiência chinesa na área do desenvolvimento rural, apresentando vários projectos no sector.

Na Guiné-Bissau, a China desenvolveu já projectos em diferentes áreas, como a reabilitação em curso do Hospital Regional de Canchungo (70 quilómetros a norte de Bissau), no valor de cerca de 2,7 milhões de euros (3,5 milhões de dólares).

Pequim contribuiu também com 615 mil euros (800 mil dólares) para apoiar os preparativos da VI Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu em Julho, em Bissau.


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