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  Cultura
Director-geral do Banco Mundial em visita a partir de sexta-feira
- 2-Nov-2006 - 15:51


O director-geral do Banco Mundial, o salvadorenho Juan José Daboub, visita Moçambique, entre sexta-feira e domingo, para "reiterar o apoio" daquele organismo internacional na luta contra a pobreza absoluta, anunciou hoje a instituição.


O Banco Mundial é um dos parceiros de cooperação mais importantes de Moçambique, tendo investido milhares de milhões de euros em programas de combate à pobreza e perdoado outro tanto de dívida pública.

Visando o reforço desses laços, o director-geral do Banco Mundial vai encontrar-se em Maputo com a primeira-ministra moçambicana, Luísa Diogo, e com os ministros das Finanças, Manuel Chang, Transportes e Comunicações, António Munguambe, e Obras Públicas, Felício Zacarias.

Daboub vai reunir-se igualmente com os titulares dos pelouros do Comércio e Indústria, António Fernando, Agricultura, Tomás Mandlate, Educação e Cultura, Aires Aly, e Saúde, Ivo Garrido.

Além de encontros com membros do executivo moçambicano, o director-geral do Banco Mundial tem também reuniões marcadas com organizações da sociedade civil e da comunidade doadora, refere a nota de imprensa da delegação do Banco Mundial em Maputo.

Moçambique começou a aproximar-se das instituições de Bretton Woods no início da década de 1980, devido à grave crise económica e social que na altura atravessava, na sequência da guerra e seca que, então, assolavam o país.

O governo moçambicano, na altura chefiado pelo Presidente Samora Machel, que morreu há 20 anos num acidente aéreo, virou-se para o Banco Mundial e para o Fundo Monetário Internacional (FMI), anteriormente encarados por Maputo como símbolos do imperialismo ocidental, face ao colapso do modelo de economia centralizada que adoptou após a independência do país.

O Banco Mundial e do FMI exigiram a introdução de profundas reformas económicas, que tiveram impacto nos indicadores macro- económicos, mas continuam longe de resolver a situação de pobreza absoluta em que vive mais de 50 por cento da população moçambicana.


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