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  Entrevista
Militares a licenciar até ao fim do ano sobem de 500 para 1.000
- 2-Nov-2006 - 19:10


O total de militares guineenses a licenciar até ao fim do ano vai ser de 1.000 e não os 500 previstos, anunciou o ministro da Defesa da Guiné-Bissau, numa entrevista publicada hoje na imprensa local.


Na entrevista ao semanário "Nô Pintcha", estatal, Hélder Proença adianta que a medida insere-se no vasto projecto de reformas e de modernização das Forças Armadas guineenses, cujo total de efectivos está ainda a ser apurado pelo Ministério da Defesa.

"No decurso deste ano, vamos desmobilizar 1.000 efectivos das Forças Armadas, facto que, aliado a outras medidas, permitirá ao governo realizar outras poupanças, reduzindo algumas despesas", afirma Hélder Proença na entrevista.

A 26 de Setembro último, o ministro da Defesa guineense indicou que iriam ser licenciados 500 efectivos, medida que considerou "imperativa" para o futuro da Guiné-Bissau, admitindo que o actual total de elementos é "desproporcional aos desafios" que o país tem pela frente.

Na ocasião, Hélder Proença apontou como outra acção imediata no quadro da reforma a reintrodução do serviço militar obrigatório para os jovens já a partir de Janeiro de 2007.

O serviço militar obrigatório foi banido na Guiné-Bissau na segunda metade dos anos 80, por opção do então governo do presidente João Bernardo "Nino" Vieira, hoje novamente chefe de Estado.

No entanto, nos últimos oito anos, não só o envelhecimento dos efectivos, na sua maioria combatentes pela independência, mas sobretudo as crises cíclicas nas fileiras do exército, multiplicaram as recomendações para a reintrodução de tal prática.

Fontes militares admitem que o exército guineense poderá integrar cerca de 15 mil homens, número considerado unanimemente "exagerado", tendo em conta o total da população (1,5 milhões) e a capacidade financeira do Estado.

Nesse sentido, a intenção é, juntamente com as chefias militares, ajustar as Forças Armadas às capacidades financeiras e económicas do país.

A pedido do Governo, uma equipa de consultores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP) elaborou o documento de estratégia para a modernização das Forças de Defesa e Segurança, tendo como acento tónico uma profunda reforma no sector.

O documento, aprovado sexta-feira última em Conselho de Ministros, foi objecto de uma ampla divulgação e discussão pública num seminário em que participaram governo, chefias militares, políticos e elementos da sociedade civil.

O documento vai ser apresentado na mesa-redonda com os doadores internacionais, marcada para 07 e 08 deste mês, em Genebra (Suíça), contando o executivo guineense obter garantias de fundos financeiras no valor de 200 milhões de dólares (cerca de 160 milhões de euros).


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