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Eugénio Costa Almeida



Angola e o português na União Africana

Enquanto uns trabalham pela defesa da Lusofonia nos principais areópagos internacionais, outros há – e com mais razões para trabalharem – que se mantém mudos e quedos permitindo que o fecho de jornais onde a língua estava periclitante, não impor que o portal da FIFA, ao contrário do que já se passa na UEFA, também tenha a língua portuguesa como língua de trabalho – não esquecer que o país que mais títulos mundiais tem, fala português, mas, em compensação, está lá o alemão –, que se ande, ainda por estas alturas, a peticionar para que seja língua oficial na ONU, enfim, várias são as situações caricatas que fazem com que a língua portuguesa esteja afastada dos principais vectores comunicacionais e internacionais.


Dando razão a uma frase de Orlando Castro num apontamento colocado no blogue “Ser Europeu”, em Agosto de 2006, "Portugal está adormecido com o sonho europeu, esquecendo que [se] o presente é em Bruxelas … o futuro será certamente em Luanda…" o governo angolano, aproveitando o facto de ter sido eleito para os principais órgãos de decisão da União Africana (UA) na 8ª Cimeira – foi eleito membro do Conselho de Paz e Segurança, do Painel Eleitoral [pode ser que lhe ensine alguma coisa sobre eleições…], e do Bureau da Conferência da UA da qual assume a segunda vice-presidência –, se prepare para pressionar este organismo panafricano na maior valorização da Lusofonia no seio da organização, batendo-se pela operacionalização do Centro de Língua Portuguesa (CLP) acordado no ano passado entre Portugal e a UA.

Não esqueçamos que o portal da UA, apesar de a língua portuguesa ser um dos quatro idiomas oficiais da organização, ainda não contém nenhuma página traduzida em português, salvo a simpática saudação “bem-vindo” que aparece no início.

Vamos ver se não é uma entrada de leão… onde os resultados serão, uma vez mais, nulos!

02-Fev-2007
elcalmeida@gmail.com



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