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  CPLP
Nino Vieira quer que a CPLP seja uma organização «forte e coesa»
- 21-Feb-2007 - 15:52


A Guiné-Bissau apresentou hoje o plano de actuação que a presidência guineense pretende ver implantado na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no biénio 2007/08, em que destaca a necessidade de uma organização "forte e coesa".


O plano foi apresentado na sede da CPLP em Lisboa, pelo presidente do Conselho de Ministros da organização lusófona, António Isaac Monteiro, também ministro dos Negócios Estrangeiros guineense, durante a 54ª Reunião Extraordinária do Comité de Concertação Permanente (CCP).

"Destacamos todo o aspecto técnico que deve sustentar qualquer país que assuma a presidência da CPLP, mas também quisemos ser um pouco ousados. Queremos uma comunidade forte e coesa, que a integração e a solidariedade dos países membros seja isso mesmo, através da institucionalização do seu funcionamento, da qualidade das suas instituições e ainda da aproximação das sociedades civis", disse.

"Temos de estar cada vez mais próximos, procurar fazer que cada um dos povos, cada uma das sociedades, possam conhecer-se melhor e ter uma comunidade não só linguística mas também de povos, sentimentos e de solidariedade", sustentou, apelando à "colaboração" da comunicação social.

Além do reforço das relações institucionais da organização, através das tradicionais reuniões, a presidência guineense da CPLP pretende criar condições apara a concretização de encontros sectoriais frequentes, abrangendo os mais diversos níveis.

Neles estão incluídos, entre outros, os sectores da Administração Pública, Magistratura, instituições da sociedade civil, empresas e serviços públicos e associações profissionais, abrindo também espaço à cooperação temática.

A este nível estão temas como a cidadania e circulação no "Espaço CPLP", Igualdade do Género, Migração e Desenvolvimento, cumprimento dos Objectivos do Milénio e Saúde e Educação, bem como manifestações culturais e "de sentimento de pertença à comunidade".

Na área da concertação política, além da organização de visitas do presidente em exercício a todos os Estados membros, pretende promover a concertação diplomática e a entrada de novos membros observadores e embaixadores, seminários sobre prevenção de conflitos e de consolidação da paz.

Por seu lado, o secretário executivo da CPLP, Luís Fonseca, destacou o aspecto inovador da proposta guineense, dado que, pela primeira vez em 10 anos, um coordenador ministerial da Presidência da CPLP apresenta um programa de actuação para o mandato.

"Ousadia (das autoridades guineenses) será uma forma modesta de o dizer. O que merece realce é que a Guiné-Bissau, a despeito das dificuldades que atravessa, está empenhada em marcar a diferença", vincou Luís Fonseca.

"As organizações têm é de caminhar para a frente. O ministro fez uma série de propostas em várias direcções no sentido de reforçar a comunidade", acrescentou.

Luís Fonseca destacou o exemplo da preparação, em curso, de uma reflexão que deverá dar seguimento às decisões que foram tomadas durante a reunião dos Chefes de Estado, realizada em Julho de 2006 em Bissau, em relação à concretização dos Objectivos do Milénio.

"Por outro lado, o ministro, o que é de certa forma pioneiro, decidiu criar um mecanismo específico junto ao governo da Guiné- Bissau, não junto ao MNE, para acompanhar precisamente a presidência e ser o interlocutor directo do secretariado na execução do programa", adiantou Luís Fonseca.

O secretário-executivo da CPLP manifestou-se convicto de que as ideias avançadas "irão dar um novo impulso e, de certa maneira, original, ao desempenho do secretariado executivo e de toda a comunidade".

Luís Fonseca destacou ainda que a presidência guineense avançou propostas e reflexões sobre a situação em Timor-Leste, o que demonstra, da sua parte, "uma atenção extremamente grande".

Nesse sentido, referiu, o chefe da diplomacia guineense vai encabeçar a delegação da CPLP que irá "assistir e acompanhar" as eleições legislativas timorenses, marcadas para 09 de Abril próximo, realçando, com isso, a "importância" que a organização está a dar à coordenação política entre os "oito".


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