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  CPLP
Relações com comunidade internacional assentam num paradoxo
- 26-Mar-2007 - 16:18


O ministro dos Negócios Estrangeiros português considerou hoje, em Lisboa, que a Guiné-Bissau vive num "paradoxo", com a comunidade internacional a exigir estabilidade governativa e as autoridades guineenses a condicionarem o desenvolvimento à ajuda dos doadores.


Luís Amado falava aos jornalistas no intervalo para almoço de uma reunião do Grupo Internacional de Contacto para a Guiné-Bissau (GIC-GB), que conta com duas dezenas de participantes.

"Estamos um pouco na situação paradoxal de os doadores exigirem estabilidade governativa para poderem empenhar-se mais no apoio à Guiné-Bissau. Na Guiné-Bissau há a preocupação de não poder haver estabilidade sem a ajuda internacional. É de facto uma situação paradoxal"", sustentou Luís Amado.

O chefe da diplomacia portuguesa adiantou que o GIC-GB tem assim, por missão, encontrar soluções para facilitar o processo num ambiente que, apesar das dificuldades, é de confiança e positivo".

"Esperemos que os responsáveis da Guiné-Bissau saibam nos próximos meses ter em consideração as expectativas da comunidade internacional", afirmou Luís Amado, sublinhando que as "únicas condições" impostas pela comunidade internacional são "as decorrentes da necessidade de haver um governo e de estabilidade governativa".

O governante português aludia ao facto do governo guineense estar a braços com uma moção de censura, aprovada na semana passada pelo parlamento em Bissau, e cuja concretização está dependente agora de uma avaliação do Presidente da República, João Bernardo "Nino" Vieira.

"Este grupo tem o objectivo de manter viva na comunidade internacional a ideia de que é preciso uma ajuda para que o país possa reencontrar, o mais rapidamente possível, os caminhos do desenvolvimento, após as sucessivas crise" por que tem passado, acrescentou.

Nesse sentido, Luís Amado sublinhou que o encontro visa também "marcar uma ideia de confiança na Guiné-Bissau" e "fazê-la sentir que não está sozinha".

"As autoridades guineenses sabem que ainda há muito a fazer para a estabilidade política, mas também sabem que podem contar com a comunidade internacional", acrescentou.

Entre os participantes esteve o MNE guineense, António Isaac Monteiro, que fez no início dos trabalhos uma exposição sobre os últimos desenvolvimentos políticos.

Isaac Monteiro escusou-se a prestar declarações aos jornalistas, alegando que está na reunião como convidado e que só falará à imprensa no final dos trabalhos.

O GIC-GB surgiu em 2006, na sequência de consultas entre a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e Portugal, tendo sido criado formalmente em Setembro passado à margem da Assembleia- Geral da ONU.

Integram o GIC-GB, Angola, Brasil, Cabo-Verde, Espanha, França, Gâmbia, Gana, Guiné, Níger, Nigéria, Portugal, Senegal, União Africana, União Europeia, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, CEDEAO, União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA), CPLP e ONU.


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