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  Entrevista
Argélia quer que homens de negócios portugueses levem turistas
- 11-May-2007 - 19:50


A Argélia quer tirar partido da crescente ligação económica e empresarial a Portugal para levar para o país mais turistas e investidores turísticos portugueses, assegurando que estão criadas as necessárias condições de segurança e infra- estruturas.


Em entrevista à Agência Lusa, o ministro do Turismo argelino, Nourredine Moussa, sustentou hoje que os recentes atentados terroristas em Argel foram "um evento esporádico", e não vão afectar o crescimento do turismo do país magrebino, que está profissionalizado e apresenta as necessárias condições de segurança.

"Não vejo porque [os atentados] possam impedir os turistas de se deslocarem em condições organizadas, profissionais; todos os dados demonstram que o turismo resiste bem a questões de segurança, sejam naturais, terrorismo ou outras", afirmou o ministro, à margem da assembleia do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla inglesa).

Mesmo nos anos 90, em que os atentados aconteciam com muito maior frequência, "não impediu muitos empresários e europeus procurar trabalho e turismo na Argélia", disse o ministro, que manteve à margem da cimeira contacto informal com o ministro da Economia português, Manuel Pinho.

Moussa frisou que a taxa de crescimento da actividade turística na Argélia é das maiores no continente africano e assegura que o país está a "renascer" para o turismo mundial: "A Argélia quer regressar aos mercados turísticos mundiais, coloca-se como um destino alternativo na bacia do Mediterrâneo, temos uma posição privilegiada, muitas possibilidades para o investimento e muitos produtos turísticos a oferecer ao mercado mundial".

Entre estes estão destinos de praia, cultura, deserto, bem- estar, alguns deles qualificados como património mundial pela UNESCO, frisou o ministro argelino.

O fluxo turístico de Portugal para Argélia é ainda "tímido", mas apenas porque o país é um destino "mal conhecido", o que, defende o governante argelino, vai mudar com as "relações económicas muito interessantes" que estão a desenvolver-se.

"Os fluxos de homens de negócios trazem mais turistas potenciais; o turismo de negócios foi sempre uma premissa para um turismo de lazer - uma pessoa que conhece o país volta porque quer mostrar à sua mulher e aos filhos", adiantou o ministro.

Para tal, é preciso "preparar o terreno" em termos promocionais, pelo que o Ministério do Turismo está a preparar para este ano visitas ao país, destinadas a agentes de viagens, operadores turísticos e meios de comunicação social.

Nourredine Moussa convidou também os empresários portugueses a investirem no país, pela "posição geográfica muito próxima dos mercados de emissão, do Mediterrâneo, visitado por turistas de todo o mundo", e numa altura em que as oportunidades nos países vizinhos "estão praticamente saturadas".

"Portugal tem grande experiência na gestão de infra-estruturas turísticas e turismo em geral; gostaríamos muito que as empresas portuguesas se interessassem pelo destino Argélia, para investir lá", disse o ministro à Lusa.

"Há muitos grupos internacionais especializados no turismo interessados no nosso país e, dadas as nossas relações com Portugal, apoiamos igualmente que os portugueses e empresas portuguesas estejam presentes", adiantou.

Particularmente interessantes, afirma, são as oportunidades na região costeira, de 1.280 quilómetros, e "sobretudo na área ocidental, pela proximidade com Portugal e do mercado espanhol".


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