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  Entrevista
158 imigrantes clandestinos estão a ser identificados em S. Vicente
- 20-Jul-2007 - 17:12


As autoridades marítimas de Cabo Verde fixaram hoje em 158 o número de imigrantes clandestinos que viajavam numa piroga, interceptada no início desta manhã junto da ilha de São Vicente, no noroeste do arquipélago.


As autoridades sanitárias procedem agora a avaliações do estado de saúde, mas a médica Ariana Monteiro disse à Inforpress que os imigrantes estão aparentemente bem e que precisam apenas de água para evitar a sua desidratação.

Diversos serviços - Saúde, Bombeiros, Polícia Nacional e Forças Armadas - estão também a equacionar o alojamento dos imigrantes clandestinos.

A idade destes imigrantes, todos do sexo masculino, varia entre os 14 e os 40 anos.

A piroga foi avistada a cerca de 12 milhas da ilha de São Vicente pelo comandante do navio Boavista e foi, posteriormente, abordada por uma unidade da Guarda Costeira cabo-verdiana, que procedeu ao seu reboque para o Porto Grande, em São Vicente.

Ali, as autoridades cabo-verdianas procederam à contagem e identificação dos imigrantes, tendo em vista o seu posterior repatriamento para os respectivos países de origem.

Entre os emigrantes clandestinos encontra-se um guineense, de nome Daniel Djatá, que contou à Rádio de Cabo Verde que o navio saiu da Gâmbia e que passaram 10 dias no mar, com intenção de chegar a Espanha, mas acabaram por perder o rumo.

"Saí da Guiné, fui à Gâmbia para pegar a canoa para ir para a Espanha, saímos, acabámos por perder o rumo e ficámos dez dias à deriva no mar. Não comemos, davam-nos de vez quando e água, mas estamos bem, apenas fracos e cansados", afirmou em entrevista à rádio.

Daniel Djata afirmou ainda que os emigrantes são provenientes da Gâmbia, Nigéria e Costa do Marfim e pagaram para fazer a viagem.


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