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Visita do primeiro-ministro à Guiné-Bissau consolida cooperação
- 9-Oct-2007 - 19:51
O vice-ministro das Relações Exteriores, Jeorge Chicoty, disse hoje, em Luanda, que a visita do primeiro-ministro angolano à Guiné-Bissau vem satisfazer a necessidade de consolidação das relações de cooperação existente entre os dois país.
Jeorge Chicoty, que falava à imprensa, no aeroporto internacional “4 de Fevereiro”, momento antes de viajar para Bissau, integrando a delegação governamental, sublinhou que a mesma (visita) surge num momento em que a estabilidade reinante nos dois países é favorável à cooperação.
“Depois da visita dos dois presidente, o de Angola à Guiné Bissau e vice-versa, demonstrou-se a necessidade dos dois países continuarem a consolidar a cooperação existente há muitos anos e que tinha entrado num período de estagnação, devido os diferentes eventos políticos que ocorrem nestes países”, sublinhou.
Informou que a durante a visita será realizada uma sessão da comissão conjunta bilateral entre os dois países, prevendo a assinaturas de alguns acordos importantes nos domínios da cooperação económica, obras públicas, agricultura, pescas, cultura, entre outros.
Segundo o ministro, prevê-se igualmente a assinatura de um acordo de protecção recíproca de investimento, e com todos estes feitos, Angola vai manifestar não só a sua solidariedade, mas também o início do relançar de uma nova era de cooperação.
“A Guiné Bissau é um país muito rico, com recursos naturais enormes, nomeadamente nas pescas, agricultura e minérios, áreas onde Angola possui algumas experiências, daí que acho oportuno que Angola possa investir noutros países, onde houver possibilidades”, pontualizou.
Interrogado sobre a questão da Ordem Interna, tendo em conta que recentemente o presidente Nino Vieira referiu-se no seu discurso nas Nações Unidas a ajuda da Comunidade Internacional para o combate ao Narcotráfico, o vice-ministro adiantou que Angola tem cooperado neste domínio (ordem interna) com a Guiné Bissau , e com outros países, tendo em conta a sua experiência.
“Temos alguma cooperação no domínio da formação e vamos ver com andar do tempo se poderemos ajudar a Guine Bissau na formação da Polícia para combater o problema do narcotráfico que pode perturbar a ordem interna de um país e inviabilizar os próprios investimentos”, disse.
A Guiné Bissau é um país localizado na costa ocidental de África, estendendo-se, no litoral, desde o Cabo Roxo até a ponta Cagete. Faz fronteira, a norte, com o Senegal, a este e sudeste com a Guine Equatorial e a sul e oeste com o Oceano Atlântico.
Além do território continental, o país integra ainda cerca de oitenta ilhas que constituem o arquipélago dos Bijagós, separado do continente pelos canais do rio Geba, Pedro, Bolama e Canhabaque.
Foi uma colónia portuguesa, desde o século XV até à sua independência, em 1974. Faz parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), Nações Unidas , PALOP e UA.
A população da Guiné Bissau é etnicamente diversa com línguas distintas, costumes e estruturas sociais.
A maioria das pessoas vive como fazendeiros, com crendices tradicionais; 45% é muçulmana, principalmente falantes de Fula e Mandingas, concentrados no norte e no nordeste. Outros grupos importantes são os Balanta e Papel, que vivem na costa sul, e os Manjaco e os Mancanha, que ocupam o centro e o norte (nas regiões costeiras).
Fonte: AngolaPress

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