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  CPLP
Portugal contribui com 6 dos 15 observadores eleitorais da CPLP
- 13-Nov-2008 - 15:16


Portugal é o país com maior número de observadores da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP) às eleições legislativas de domingo na Guiné-Bissau, disse hoje o chefe-adjunto da missão lusófona.


Segundo o angolano Hélder Lucas, Portugal enviou seis elementos num total de 15 observadores lusófonos hoje distribuídos pelos respectivos postos de observação.

A missão da CPLP constituiu seis grupos que ficam baseados em Bafatá e Gabu (leste), Saltinho (sul), Quinhamel (nordeste), Mansoa e Bissau (centro) e Cacheu (norte).

Cada grupo é constituído por um português e um elemento de outro país lusófono.

O deputado angolano Norberto dos Santos é o chefe da missão, que vai estar no terreno até 22 de Novembro, altura em que regressará "à base" em Bissau.

A missão produzirá um relatório da observação que deverá ser entregue aos Estados-membros e dará uma conferência de imprensa para divulgar a sua apreciação do processo.

"Nós não vamos fiscalizar as eleições. Não vamos andar aqui atrás da fraude, mas sim, contribuir para que as eleições decorram de forma regular, para que possam constituir-se num factor de estabilidade para a Guiné-Bissau, um país irmão", declarou Hélder Lucas.

Um grupo "residual" poderá permanecer na Guiné-Bissau até à publicação dos resultados, adiantou ainda o chefe-adjunto da missão de observação eleitoral da CPLP.

Além da comunidade lusófona, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e a União Europeia (UE) também enviaram missões de observação às eleições de domingo na Guiné-Bissau.

A CPLP é constituída por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

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