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  Cultura
Congresso internacional para discutir as desigualdades no continente
- 10-Jun-2009 - 20:44


O Rio de Janeiro vai acolher, pela primeira vez, a partir de quinta-feira, o maior congresso internacional da Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA) que reunirá especialistas em América Latina de todo o mundo para discutir as desigualdades.


Segundo Karl Erik, um dos organizadores da 28ª edição do congresso, que decorre até 14 de Junho na Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), esta é a primeira vez que o congresso é organizado na América do Sul e numa universidade.

“Este é o maior congresso de sempre, temos confirmadas mais de 5.200 pessoas, mas estamos à espera de cerca de sete mil”, disse o responsável do congresso, que se realiza a cada ano e meio.

“O tema sobre as desigualdades é um assunto que tem uma história mais comprida do que a crise. A LASA tem uma preocupação principal com os assuntos sociais, políticos e económicos e também de desigualdade cultural”, explicou, sobre os assuntos a abordar no encontro.

Karl Erik disse à Lusa que a América Latina é um continente que está a passar por transformações políticas, processos de democratização, queda de ditaduras e reformulação de novas propostas de independência política.

“Os países da América Latina tem mudado as suas estruturas de desigualdade nos últimos 20 anos. Não estamos mais na história do imperialismo”, destacou, citando o Brasil como um “bom exemplo de um país que mudou as linhas políticas de combate às desigualdades”.

Além da crise financeira, um assunto que será destaque nos seminários é a nova administração dos Estados Unidos.

Segundo Erik, o congresso pode contribuir para a nova política da administração Obama e uma nova relação com a América Latina “de respeito mútuo, numa relação de parceria e não sob a perspectiva de um grande império”.

Durante os quatro dias do encontro, cerca de sete mil pessoas, entre colaboradores e apresentadores de projectos, debaterão o tema “Repensar as desigualdades” nas mais diversas áreas de estudos que incluem política, economia, antropologia, sociologia, educação, cultura, cinema, arte, ciência e religião.

Mais de 1.200 painéis, seminários, debates e ‘workshops’ a uma média de 300 debates por dia.

No congresso deste ano, merecem destaque o economista norte-americano Joseph Stiglitz, prémio Nobel de Economia em 2001, e o ex-ministro de Justiça do Peru Diego García Sayán, membro da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia e também juiz da Tribunal Interamericano de Direitos Humanos.

No Brasil, já confirmaram presença o antropólogo Roberto Da Matta e o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, famoso por ter antecipado o golpe militar de 1964, que derrubou o então Presidente do Brasil, João Goulart, no livro “Quem dará o golpe no Brasil”, publicado no ano de 1962.

Paralelamente ao Congresso, será realizado o Festival e Exposição de Cinema LASA, que exibirá filmes com conteúdo relacionado à América Latina.

A LASA é a maior associação profissional do mundo dedicada ao estudo da América Latina e é composta por instituições e especialistas de diversas áreas de estudo, num total de mais de cinco mil sócios. Em 2008, 285 brasileiros estavam associados. Este ano, o número cresceu para 718.


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