Anuncie no Noticias Lusofonas
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Cultura
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  CPLP
Brasil demarca-se de eventual participação em força de estabilização
- 19-Jun-2009 - 22:41


O Brasil ainda não equacionou a participação numa eventual força de estabilização a enviar para a Guiné-Bissau, afirmou hoje o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, que realiza uma visita Portugal.


Questionado pela Agência Lusa, sobre as declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, que considerou "positivo" o envio de uma força de estabilização internacional para a Guiné-Bissau, o governante brasileiro declarou que "o Brasil não participa em operações de fazer a paz".

"O Brasil só participa em operações sob a bandeira da ONU", respondeu Nelson Jobim, acentuando que "o Brasil participa em operações de manutenção da paz (peace keeping) e não (peace making). Temos actualmente uma operação no Haiti".

Para o ministro da Defesa brasileiro, o que o Brasil pretende é "colaborar com o Ministério da Defesa guineense" e é nesse âmbito que vai enviar para a Guiné-Bissau uma missão militar para colaborar na reestruturação do exército.

Mesmo assim, Jobim admitiu que se se tratasse de uma força sob a bandeira das Nações Unidas, o Brasil poderia ainda examinar a questão.

"Eu não fui consultado, nem o ministro da Defesa (de Portugal) me falou nada sobre esse assunto", esclareceu, adiantando que a concretizar-se tal hipótese "podia garantir a realização das eleições presidenciais" no próximo dia 28.

"No nosso ponto de vista é fundamental a realização de eleições, a criação de um novo governo e, em cima do novo governo, começar a reconciliação nacional e a reconstrução do país", destacou.

O ministro brasileiro referiu, por outro lado, que também a nível da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a questão de uma força de estabilização foi analisado numa reunião, mas nessa altura a proposta partiu de Angola.

"Nós achamos que isto deve ser feito com muita cautela e é uma questão de política interna do país. O Brasil tem muitas reservas sobre intervenções em relação à autogestão dos povos. Queremos ajudar. Não queremos fazer aquilo que o pessoal da Guiné-Bissau não quer que seja feito. Faremos aquilo que eles desejam que seja feito", concluiu.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Criação de Sites e SEO Algarve por NOVAimagem