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  Entrevista
Sarkozy defende fim do G-8 e criação do G-14, com inclusão do Brasil
- 6-Sep-2009 - 18:54


A França vai incumbir-se de selar a morte do G-8 em 2011, quando assumir a presidência rotativa deste grupo dos sete países ricos mais a Rússia, afirmou o Presidente Nicolas Sarkozy ao jornal O Globo.


Na entrevista que concedeu ao diário brasileiro por e-mail, Sarkozy destacou que a França pretende consolidar um grupo maior - o G-14, que inclui Brasil, China, Índia, México, África do Sul e Egipto.

"Uma coisa é certa: o G-8 já não é suficiente. Se quisermos que seja eficaz, que permaneça legítimo, não temos escolha. Somos obrigados a ampliá-lo aos grandes países emergentes sem os quais não poderemos enfrentar os desafios globais", admitiu o Presidente francês na entrevista hoje divulgada.

Sarkozy, que chega ao Brasil neste domingo, não disse, entretanto, se outros membros do G-8, como os Estados Unidos e o Japão, concordam com esta posição.

Sarkozy garantiu que vai insistir na necessidade de agilizar a reforma da governação global, na próxima reunião do G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo, em Pittsburgh, no Estado norte-americano da Pensilvânia, nos dias 24 e 25 de Setembro.

"Se alguém acreditar que, após a crise, tudo poderá recomeçar como antes, estará redondamente enganado. Ninguém poderá aceitar isto e nós não permitiremos que aconteça", assinalou.

O PR francês referiu ainda que Alemanha, Inglaterra e França assinaram em comum uma carta no passado dia 02 "para que a Europa chegue a Pittsburgh unida e com mais alto nível de ambição".

"Nesta carta, a questão da regulamentação dos bónus está claramente formulada. Desejamos que o conjunto dos nossos parceiros do G-20 se una a nós nessas propostas ambiciosas", acrescentou.

Sarkozy abordou ainda o fortalecimento das relações bilaterais com o Brasil e considerou que os dois países podem realizar muito não apenas um para o outro, mas também para o mundo.

O Presidente explicou ainda a razão do apoio francês à pretensão brasileira de se tornar membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

"Pensamos que o Brasil se tornou um país incontornável, um gigante de que o mundo não pode prescindir para enfrentar os desafios que o espreitam".

Quanto aos acordos militares entre França e Brasil, Sarkozy salientou que "não se trata de uma relação de fornecedor a cliente, mas de uma parceria", baseada em transferências de tecnologias.

Nesta segunda-feira, em Brasília, os presidentes Lula da Silva e Sarkozy consolidam a parceria estratégia entre os dois países estabelecida em Dezembro último, com a assinatura de vários acordos, em especial os contratos que viabilizarão um financiamento de mais de 6.000 milhões de euros.

A maior parte desses recursos (4.324 milhões de euros) será usada para a construção do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear e outros quatro convencionais - os Scorpènes.

O restante do empréstimo (1.847 milhões de euros) será destinado à construção de 50 helicópteros de transporte EC-725, da Eurocopter.

A construção de todos os equipamentos será feita no Brasil, com transferência de tecnologia.


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