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Fome atinge (pelo menos) 177 mil moçambicanos
- 4-Nov-2009 - 19:33
Governo necessita sete milhões de euros para comprar 14 mil toneladas de alimentos
O Governo moçambicano necessita de aproximadamente sete milhões de euros para adquirir 14 mil toneladas de alimentos e assistir 177 mil pessoas em situação de insegurança alimentar nas zonas áridas e semi-áridas do sul de Moçambique. O director-geral do Instituo Nacional de Gestão de Calamidade (INGC), João Ribeiro, disse hoje, quarta-feira, que actualmente existem 177 mil pessoas a passar fome no país devido à seca.
Para fazer face ao problema, as autoridades moçambicanas precisam de cerca de 13.900 toneladas de alimentos, mas, até ao momento, o Executivo de Maputo só tem disponível perto de três mil toneladas.
Até agora, há um défice de 9.500 toneladas de alimentos, o equivalente a 4,2 milhões de euros, para assistir os 177 mil moçambicanos residentes em alguns distritos das províncias de Maputo, Gaza e Inhambane.
Entre Outubro último e Abril próximo, mais 72 mil pessoas poderão integrar a lista de moçambicanos em situação de insegurança alimentar, estimou João Ribeiro, à margem de uma reunião do Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC) de Moçambique.
O órgão, presidido pelo ministro da Administração Estatal moçambicano, Lucas Chomera, está reunido hoje e quinta-feira para analisar actividades do CTGC nas zonas áridas e semi-áridas do país.
A sessão do CTGC é alargada aos delegados provinciais do INGC na zona sul do país, bem como aos directores distritais de Infra-estruturas e Actividades Económicas nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane.
Durante os dois dias do encontro, os participantes vão fazer um balanço das actividades realizadas na área de abastecimento de água nas zonas áridas e semi-áridas, no âmbito da aplicação do Plano Director de Prevenção e Mitigação das Calamidades Naturais.
Por outro lado, serão também apresentados balanços de actividades desenvolvidas pelo INGC nas zonas áridas e semi-áridas e a proposta de outras actividades em 2010.
O ministro da Administração Estatal reconheceu que o Governo moçambicano "não está a intervir com eficácia" nas zonas áridas e semi-áridas, onde há registo de problemas alimentares, derivado da falta de chuvas.
"Temos que reconhecer, não estamos a intervir com eficácia" nestas zonas, disse.
"Em 2008, abastecemos as zonas em seca com água, mas, este ano, voltámos a abastecer essas zonas", exemplificou Lucas Chomera.
O titular da pasta de Administração Estatal, que responde pelo CTGC, defendeu o "armazenamento de água de chuva" para fazer face ao problema da seca.
Na terça-feira, o Conselho de Ministros aprovou o plano de contingência para a época das chuvas 2009-2010, orçado em 2,8 milhões de euros, programa que identifica as principais ameaças naquele período.

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