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  Cultura
Cimeira Ibero-Americana
de olhos postos no futuro

- 29-Nov-2009 - 22:09


Primeiro-ministro de Portugal, país anfitrião do encontro, salienta a necessidade da economia estar ao serviço dos cidadãos

O primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, considerou hoje que a "ambição" da cimeira de chefes de Estado e de Governo da região ibero-americana, que hoje começou em Portugal, é "colocar" a região no futuro. "A melhor forma de honrar a nossa história comum é o esforço de criar um futuro melhor para os nossos concidadãos", disse o chefe de Governo português, na abertura do 5º Encontro Empresarial Ibero-Americano, com a presença de personalidades do sector privado de toda a região.


O fórum, que terminou antes da inauguração formal da cimeira, também conta com a participação da presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e dos seus colegas de El Salvador, Mauricio Funes, e de Portugal, Aníbal Cavaco Silva.

Na cerimónia de abertura do encontro, também interveio o secretário-geral ibero-americano, Enrique Iglesias, que ressaltou o debate sobre "a situação actual e as perspectivas económicas" da região.

Iglesias considerou que "a América Latina recebeu melhor do que em outras épocas o temporal da crise", mas reconheceu que "restam muitos desafios pela frente".

Sócrates ressaltou que "a ambição desta cimeira é acabar com os olhos virados para o futuro e com uma agenda inspiradora para a sociedade".

O primeiro-ministro português considerou que, "neste mundo de mudanças contínuas", a "única aposta segura será o investimento em inovação e conhecimento, não só pelos Estados, mas também pelas empresas privadas".

"A crise económica que estamos a passar obriga os Governos a regular mais os mercados, mas a recuperação económica não deve fazer-nos perder o senso de médio e longo prazo", afirmou.

José Sócrates alertou também para a necessidade de todos os países tirarem "as devidas lições" da "mais grave crise" dos últimos 80 anos, agora que há sinais do início da retoma económica.

"Temos hoje, felizmente, sinais de que o pior já passou, e que o processo de retoma económica, ainda lento mas, esperamos, sustentado, já se iniciou", declarou José Sócrates, no seu discurso no acto inaugural da XIX Cimeira Ibero-Americana, que decorre no Estoril até terça-feira.

Contudo, sublinhou, "temos de tirar as devidas lições" da "mais grave crise económica dos últimos 80 anos", que afectou todo o planeta.

Assim, defendeu, há que "construir instituições e dispositivos à escala internacional que permitam uma regulação eficaz do sector financeiro" e impeçam "a repetição do triunfo da especulação de curto prazo sobre as necessidades da economia real".

Como segunda lição, o primeiro-ministro elegeu "a centralidade dos Estados e das políticas públicas", na medida em que, quando tudo o mais, na economia e nas finanças, parece falhar, é o Estado que não pode falhar.

"Por isso mesmo, os Estados devem continuar a cooperar entre si, para que a globalização signifique mais oportunidades e progresso para todos", afirmou.

A terceira lição, referiu, tem que ver precisamente com a importância das estratégias centradas na inovação e no conhecimento, os temas da XIX Cimeira Ibero-Americana.

"A retoma será tanto mais rápida e o crescimento será tanto mais sustentado quanto soubermos apostar na modernização económica e social", defendeu.

Por outro lado, continuou, José Sócrates, é necessário uma "economia amiga do ambiente, que esteja ao mesmo tempo na fronteira da inovação e na fronteira da sustentabilidade".

A este propósito, o primeiro-ministro lembrou que dentro de dias inicia-se a Cimeira de Copenhaga, "uma conferência decisiva para o planeta", onde todos terão que "concentrar esforços e actuar de forma concertada em prol de um objectivo comum".

Falando perante os chefes de Estado e de Governo que participam na Cimeira Ibero-Americana, José Sócrates disse ainda acreditar que todos estarão à altura dos desafios que são colocados, numa altura em que "a comunidade Ibero-Americana é uma voz cada vez mais ouvida no plano internacional".

"E é uma voz de que o mundo precisa de ouvir", sublinhou, depois de assinalar que cada Cimeira Ibero-Americana é uma reafirmação dos valores e da oportunidade de reforçar os laços de paz e solidariedade.

"O primeiro fundamento da nossa cooperação política, económica e cultural é a nossa história e os nossos valores comuns", referiu, ressalvando, contudo, que esta cimeira não se celebra apenas o passado comum, mas o olhar para o futuro.


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