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  Entrevista
Siza Vieira ainda não entregou plano de recuperação da Cidade Velha
- 1-Feb-2010 - 12:09


O plano de recuperação da Cidade Velha, em Cabo Verde, encomendado a Siza Vieira, já deveria ter sido entregue há um ano e o arquitecto português tem estado incontactável, disse hoje o presidente da Câmara da Ribeira Grande de Santiago.


Manuel de Pina, numa entrevista publicada hoje na versão "online" do semanário cabo-verdiano Expresso das Ilhas, lamentou a situação e adiantou que, caso o plano de Siza Vieira não for apresentado em breve, a autarquia da Cidade Velha, nome por que é conhecida a Ribeira Grande de Santiago, terá de elaborar outro.

"Siza Vieira fez um trabalho que não ficou concluído. Estamos a tentar contactá-lo, com poucos resultados até ao momento. O plano não ficou concluído e se não ficar resolvido em breve teremos de partir para um novo", afirmou Manuel de Pina.

O edil da Cidade Velha, 15 quilómetros a oeste da Cidade da Praia e classificada em Junho último pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, disse desconhecer o que se passa, uma vez que o plano de recuperação foi pedido ao arquitecto português em 2005.

"Parece que houve um problema nos pagamentos. Quem pagava era o Ministério da Cultura (cabo-verdiano), com o apoio de Portugal. Mas não sei o que se passou. Siza Vieira disponibilizou, no passado, alguns pequenos planos, partes do plano global. Toda esta situação vai atrasar o processo talvez em um ano", acrescentou.

Siza Vieira tem em mãos um projecto de recuperação da Cidade Velha, sobretudo da Sé, cuja estrutura está em ruínas e sem tecto, apesar de algum trabalho de recuperação, sobretudo a nível da consolidação das paredes exterior.

O arquitecto português já efectuou, há cerca de três anos, obras de recuperação em duas habitações no centro da Ribeira Grande de Santiago e tem sido um dos entusiastas da sua recuperação.

Já sobre a própria Cidade Velha e as respectivas "consequências" de ter sido elevada ao estatuto de Património Mundial da Humanidade, Manuel de Pina denunciou que tem havido "alguma pressão" para acelerar os projectos de requalificação da localidade, mas salientou que a preservação é a "mina de ouro" da edilidade.

Para Manuel de Pina, os habitantes da Cidade Velha têm de ter a noção que se trata de um projecto a médio/longo prazo.

"O facto de ter sido escolhida como Património Mundial não significa que de um momento para o outro vai começar o desenvolvimento. Os munícipes têm de respeitar as regras. Temos quase 50 por cento do município abrangido pela zona património mundial. Aí a construção é controlada e temos de respeitar essas normas para ter todas as vantagens", sustentou.

Segundo Manuel de Pina, há projectos de recuperação das moradias, mas a autarquia tem de criar primeiro as bases e evitar grandes publicidades. Não faz sentido que venha uma avalanche de pessoas para, depois, não encontrar nada e não ser recebida condignamente.

"Um turista que nos visite, chega às 15h00 e já não consegue comer na Cidade Velha. Isso acontece hoje. Daí que é necessário trabalhar essas estruturas antes de fazer o grande marketing. Fazê-lo agora é um erro. Pode deitar tudo a perder", concluiu.


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