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  Cultura
Paz permitiu mudar mentalidade quanto a direitos humanos, afirma Bento Bembe
- 3-Apr-2010 - 22:18


Oito anos de paz em Angola permitiram que houvesse uma mudança de mentalidade das pessoas quanto ao respeito dos direitos humanos, defendeu o secretário de Estado angolano para os Direitos Humanos, António Bento Bembe.


A propósito do oitavo aniversário da assinatura do Memorando de Entendimento do Luena, a 4 de Abril, o responsável afirmou, em declarações à agência Angop, que durante o conflito armado era impossível falar-se em direitos humanos.

"A mentalidade das pessoas, no tempo de guerra, era militarizada e, com o alcance da paz, o Governo começou a trabalhar no sentido de haver um maior respeito dos direitos humanos", sustentou.

Segundo Bento Bembe, verificaram-se nos últimos oito anos avanços significativos nesta matéria em todos os domínios, com destaque para a aprovação da nova Constituição da República de Angola, que prima pelo respeito pela vida.

"Podemos afirmar que, desde 2002, Angola registou avanços significativos no respeito dos direitos culturais, políticos, económicos, tradicionais, entre outros relacionados com os direitos humanos", salientou.

De acordo com o secretário de Estado, a melhoria das infraestruturas, a construção de escolas e estabelecimentos hospitalares e a livre circulação de pessoas e bens têm contribuído para o surgimento de uma nova cultura relacionada com o respeito pelos direitos humanos.

No entanto, ressalvou, "não se pode exigir que Angola respeite na sua totalidade todos os direitos humanos, uma vez que neste país se registou um conflito armado que durou mais de três décadas, e em oito anos é impossível mudar a mentalidade de um povo".

Para que tal aconteça, advogou a necessidade de a população começar a cultivar uma cultura de respeito dos direitos humanos, que se consubstancia na dignificação de todos, combatendo o crime e outros males que afetam o desenvolvimento do país.

O principal acto de comemoração do oitavo aniversário da proclamação do Dia da Paz e Reconciliação Nacional realiza-se na província de Kuando Kubango, sob o lema “Angola - Paz, Democracia e Boa Governação”, e será presidido pelo ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa.


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