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  Cultura
Bento XVI em Portugal
- 11-May-2010 - 10:58


200 mil e 300 mil pessoas em Lisboa, 150 mil a 200 mil no Porto e 500 mil em Fátima

O papa Bento XVI está em Portugal para uma visita de quatro dias que o levará a Lisboa, Porto e Fátima, implicando a maior operação de segurança de sempre. A primeira viagem de Bento XVI a Portugal assinala os dez anos da beatificação de Francisco e Jacinta Marto, considerados pela Igreja os videntes de Fátima.


Na quinta visita de um papa a Portugal, Bento XVI sucede a João Paulo II, que manteve com Fátima uma relação pessoal, ao ter atribuído a Nossa Senhora de Fátima a salvação do atentado de que foi alvo na praça de São Pedro, em Roma.

Numa antevisão da mensagem que o papa trará, o bispo auxiliar de Lisboa, Carlos Azevedo, afirmou que Bento XVI falará da “crise espiritual” que “está na raiz” das outras crises, nomeadamente da económica.

Bento XVI trará uma mensagem de "missão", para "despertar os cristãos adormecidos e a Europa decadente de valores", que se actualiza na "mensagem de Fátima", acrescentou.

O papa será recebido pelo Presidente da República, Cavaco Silva, e terá um encontro com o primeiro-ministro, José Sócrates, na quarta-feira.

A operação de segurança e protecção civil montada para a visita é a “maior de sempre” em meios envolvidos, segundo o secretário geral de segurança, Mário Mendes, embora não haja “nenhuma razão especial de ameaça”, justificando-se por o papa arrastar multidões.

A PSP estima entre 200 mil e 300 mil pessoas em Lisboa durante toda a visita, enquanto no Porto estão previstas entre 150 mil a 200 mil. A maior concentração está prevista para Fátima, onde a GNR espera 500 mil pessoas.

O santuário será excluído da distribuição de 28 mil preservativos anunciada para Lisboa e Porto, numa iniciativa de sensibilização para a luta contra a sida iniciada na rede social facebook.

Será em Fátima na quinta-feira que Bento XVI encontrará a pastoral social, enquanto que em Lisboa decorrerá na quarta-feira um encontro com personalidades como o cineasta Manoel de Oliveira, as fadistas Kátia Guerreiro e Carminho, a escritora Alice Vieira, a escritora e ministra da Cultura, Isabel Alçada, o economista Êrnani Lopes, o arquitecto Carrilho da Graça, o musicólogo Rui Vieira Nery, o presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Rui Vilar, e o presidente da Fundação de Serralves, Luís Braga da Cruz.

O papa vai encontrar um país onde nove dos seus mais de dez milhões de habitantes se considera católico, mas em que apenas dois milhões são praticantes (dados do Censo de 2001).

O Governo decidiu dar tolerância de ponto na quarta-feira, estando ainda dispensados os funcionários públicos na tarde de hoje em Lisboa e na manhã de sexta-feira no Porto.

A medida foi criticada pela confederação das associações de pais, pelos “grandes transtornos” que trará aos encarregados de educação, e pelo sindicato dos enfermeiros, que acusou o Governo de deixar os serviços de saúde como se existisse uma greve no sector.

Paulo VI foi o primeiro papa a visitar Portugal, em 1967, embora apenas como “peregrino”, recusando fazer uma visita de Estado a um país com um “política de guerra” nas então colónias africanas, tendo recebido três anos depois os líderes do movimentos de libertação desses países.

João Paulo II visitou três vezes Portugal, em 1982, 1991 e 2000.


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