Anuncie no Noticias Lusofonas e promova a sua empresa em todo o mundo de lingua portuguesa
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Entrevista
Primeiro-ministro diz que Portugal e Angola estão em pé de igualdade
- 24-Aug-2010 - 17:48


O primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada, disse hoje que a cooperação com Portugal e Angola deve ser colocada em pé de igualdade como outros parceiros do arquipélago.


“Se todos são parceiros estratégicos, todos são iguais (…) é uma politica de vantagem comparativa e de selecção, o que de facto interessa mais fazer com esse ou aquele parceiro. Angola, Portugal, Taiwan, Nigéria são países nossos amigos”, disse o chefe do executivo são-tomense, durante uma entrevista à televisão pública são-tomense, que está a ser emitida também pela Rádio Nacional do país.

“O que é preciso do nosso lado é saber olhar para Portugal e dizer o que é que Portugal sabe fazer e o que é que nós devemos oferecer a Portugal”, acrescentou o primeiro-ministro eleito no início deste mês.

Patrice Trovoada defendeu a integração do sector nacional da cooperação internacional no Ministério das Finanças como “uma renovação” na orgânica do seu Governo, destinada a dar maior “eficácia” a acção governativa.

“O que sustenta toda essa nova orgânica é dar um pouco mais de eficácia, menos dispersão, reduzir alguns custos e percebermos muito melhor aquilo que se passa no nosso país”, explicou.

“Infelizmente nós temos muitas ilhas nas ilhas e essas ilhas correspondem a muitos sacos azuis, há muitos recursos dispersos e era necessário termos melhor percepção de todo esse potencial”, acrescentou o primeiro-ministro são-tomense, para quem a luta contra a corrupção é “o objectivo primordial” da acção governativa.

“Durante a campanha, denunciámos a situação económica do país, mas ela está pior do que esperávamos. Vamos tomar algumas medidas sem precipitação, mas com firmeza”, afirmou Patrice Trovoada, elegendo a agricultura, a pesca e o turismo como os “sectores que podem trazer riqueza e emprego”.

No início do mês, Patrice Trovoada defendeu que os parceiros estratégicos de cooperação não deviam limitar-se a Portugal e Angola, e anunciou que iria apostar nas relações com países da sub-região e do Médio Oriente.

Patrice Trovoada disse estar convencido de que “o que importa para a diplomacia são-tomense” e para a defesa dos seus interesses, “é alargar o leque de amigos".

Relativamente aos parceiros tradicionais de cooperação, Portugal e Angola, Patrice Trovoada disse que, depois dos primeiros 100 dias de governação, contactará os parceiros tradicionais com “novas propostas” que acredita serem “mais adaptadas à situação em que se encontra o país”.

Trovoada deseja clarificar as diferenças entre o actual Governo, de Rafael Branco, do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP-PSD).

"O MLSTP dizia que Angola e Portugal eram os parceiros estratégicos. Nós pensamos que parceiros estratégicos são vários. Tudo depende do que cada um pretende com cada um dos parceiros”, defendeu.

A complementaridade virá, defendeu, da sub-região, que Patrice Trovoada acredita ser “uma das saídas para o crescimento económico” do país.

“Por isso estamos a olhar para o Gabão, Guiné-Equatorial, Nigéria, Camarões, Congo”, disse.

Outros parceiros são os países do Médio Oriente e o conjunto BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Construção de Sites Algarve por NOVAimagem