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  CPLP
AULP vai criar vice-presidência para a Ásia-Pacífico
- 7-Oct-2003 - 14:14

A Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) vai criar uma vice-presidência da instituição destinada à região Ásia-Pacífico lusófona, anunciou hoje no território o presidente do Conselho de Administração da associação, João Tetta.


"Na verdade, as actuais três vice-presidências, todas de base regional, cobrem a Europa, a América e África", pelo que, na próxima Assembleia-Geral da AULP, vai ser proposta uma revisão estatutária que inclua também uma vice-presidência para a região asiática, afirmou João Tetta na cerimónia de abertura do XIII Encontro da AULP, que decorre em Macau até sexta-feira.

Para o primeiro mandato da vice-presidência da região Ásia- Pacífico lusófona, indicou Tetta, a AULP está a pensar propor a Universidade de Macau, associada da AULP.

O mesmo responsável disse ainda que a AULP irá propor uma assessoria à UNESCO e à CPLP para lançar o "roteiro turístico- cultural" que passaria "pela inventariação, reabilitação e classificação, como património da Humanidade, dos conjuntos arquitectónicos que representam os mais importantes marcos da memória, histórica e cultural, dos oito países da lusofonia".

Antes da intervenção de Tetta, o Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura do Governo da Região Administrativa Especial de Macau, Fernando Chui Sai On, sublinhou que o Executivo da RAEM considera a relação com os países de expressão portuguesa uma "vantagem estratégica", dado que a política seguida vai no sentido de promover Macau como "uma plataforma de ligação entre a China e os países lusófonos".

"Antes das relações comerciais poderem ser desenvolvidas, temos de partilhar valores e uma cultura comum porque, em muitos aspectos, o relacionamento cultural é a chave para o sucesso na cooperação comercial e industrial", defendeu Chui Sai On, realçando assim o objectivo estratégico do governo da RAEM de preservar a língua, cultura e identidade portuguesas em Macau.

Na cerimónia de abertura do encontro da AULP, o secretário-geral da instituição, Alarcão Troni, que exerceu funções de secretário- adjunto na Administração de Rocha Vieira, afirmou que, ao aceitar prontamente a realização do encontro das universidades lusófonas em Macau, o Governo da RAEM "deu nova e esclarecida prova de entendimento e vivência do princípio matricial da identidade de Macau".

Ao aceitarem ser anfitriãs, as autoridades máximas da RAEM "deram nova e esclarecida prova de entendimento e vivência do princípio matricial da identidade de Macau, o seu bilinguismo oficial - mandarim e português - e a inerente pluriculturalidade da cidade - chinesa, portuguesa, lusófona e ocidental", disse.

Na opinião de Alarcão Troni, o espaço lusófono do ensino superior e da investigação, cujo projecto de convenção será proposto à cimeira de chefes de Estado e de Governo da CPLP, poderá incluir Macau "se o seu Governo e as suas instituições universitárias e científicas virem nele valor acrescentado de internacionalização do ensino superior e de investigação da RAEM".

"É óbvio que as instituições científicas de Macau estão convidadas a aderir", concluiu.

A Associação das Universidades de Língua Portuguesa está reunida em Macau até sexta-feira para discutir o ensino da língua portuguesa no mundo, especialmente na Ásia-Pacífico, a mobilidade de estudantes, professores e investigadores na Europa e na Ásia Pacífico, o ensino superior em Macau e a uniformização dos cursos.


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