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  Cultura
Joaquim Chissano defende abertura dos mercados a África
- 17-Oct-2003 - 22:14

O presidente moçambicano e da União Africana (UA), Joaquim Chissano, defendeu hoje o livre acesso aos mercados para os países africanos, ao discursar na cimeira da Organização da Conferência Islâmica (OCI), em Putrajaya, Malásia.


Joaquim Chissano justificou que o livre acesso aos mercados é uma condição indispensável para o êxito da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD).

"O comércio e o acesso aos mercados são dois dos pré- requisitos fundamentais para o sucesso da NEPAD. Apesar do fracasso (verificado na recente cimeira da Organização Mundial do Comércio) de Cancun, temos de prosseguir a colaboração e coordenação no seio da OMC, por forma a ultrapassarmos os obstáculos que subsistem", sublinhou.

O estadista moçambicano afirmou que, além do acesso aos mercados, África precisa também de recursos para desenvolver os sectores sociais económicos previstos na NEPAD, nomeadamente a saúde, a agricultura, o desenvolvimento rural, a educação, a indústria e o turismo.

Chissano defendeu que a UA e a OCI deverão encontrar os pontos de interesse comum, no âmbito da NEPAD, reforçando a cooperação entre os países em vias de desenvolvimento e as relações de África com o mundo árabe.

Depois de realçar que sem paz e estabilidade não há condições para o progresso, o presidente em exercício da UA aludiu ao conflito no Médio Oriente, cuja escalada condenou e considerou uma ameaça constante à paz mundial.

Nesse sentido, Joaquim Chissano apelou para que Israel execute, sem demoras, as medidas previstas no "Roteiro" de paz, com vista ao estabelecimento de um Estado Palestiniano em 2005.

O presidente da UA recordou, a propósito, que a II Cimeira da União Africana, realizada em Julho passado em Maputo, expressou o seu apoio ao "Roteiro", cuja execução foi vista pelos chefes de Estado africanos como sendo "um bom ponto de partida" para a paz no Médio Oriente.

Na sua intervenção, Joaquim Chissano condenou ainda o terrorismo internacional, defendendo a necessidade urgente da tomada de medidas para o seu combate, sob os auspícios das Nações Unidas.

"Acreditamos fortemente que as causas do terrorismo não são nem poderão ser encontradas em nenhuma religião. Precisamos de trabalhar colectivamente para identificar as origens e as causas do terrorismo", acentuou.


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