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  Entrevista
«Angola ainda não oferece boas condições para a produção literária»
- 26-Dec-2003 - 12:26

O aumento da produção de obras literárias com qualidade no país ainda está condicionada pela criação de condições que permitam um maior acesso do público ao livro, disse hoje o escritor angolano Jacinto de Lemos.


Falando em entrevista à Angop, o escritor defendeu que esta condição seria Angola ainda não oferece boas condições para a produção literária um grande factor impulsionador e de motivação para os artistas nacionais, porque veriam as suas obras serem mais consumidas pelo público.

Neste campo, admite que as editoras quase nada poderão fazer, uma vez que consta das suas preocupações a necessidade de redução do preço do livro.

O autor de "O pano preto da velha Mabunda" referiu que cabe ao Governo a execução de várias tarefas, como a subvenção do papel, por forma a torna-lo mais barato, possibilitando ao leitor maior contacto com o livro.

Para si, é difícil um escritor angolano tornar-se profissional devido as entraves que encontra, referindo como exemplo o facto de este ter de escrever, levar a obra ao editor, acompanhar o trabalho na gráfica e também ocupar-se com a festa de lançamento, tudo isso porque o mercado ainda não está devidamente estruturado.

Conhecido como um dos grandes autores angolanos na descrição da realidade social urbana, fundamentalmente da região de Luanda, Jacinto de Lemos é igualmente vencedor do Prémio Sonangol de Literatura/2001.

Nas suas obras, o autor descreve essencialmente o ambiente dos musseques, mitos e superstições, usando na retórica uma linguagem tipicamente local.

Membro da União dos Escritores Angolanos (UEA) desde 1995, considera-se optimista em relação a situação editorial da união, que este ano não lançou nenhuma obra.

Jacinto de Lemos nasceu em Icolo-e-Bengo a 02 de Janeiro de 1961. Fez os estudos primários e secundários em Luanda.

É autor de obras como "Undengue"(1989), menção honrosa do Concurso Sonangol de Literatura em 1986, "O Pano Preto da Velha Mabunda"(1997) e "Dívida de Peixeira" (2002).


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