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  Cultura
Pedras usadas na caça pelo homem pré-histórico descobertas em Benguela
- 12-Feb-2004 - 14:20

Grande quantidade de peças líticas (pequenas pedras), utilizadas pelos homens pré-históricos na caça e na pesca, foi encontrada na região de Chitandulúkua, província angolana de Benguela, disse o director do Museu de Arqueologia da cidade.


"Estas peças líticas eram colocadas pelos nossos antepassados nas pontas das lanças que usavam na caça, na pesca e para efectuar cortes", salientou Paulo Valongo, director do Museu Nacional de Arqueologia de Benguela.

A descoberta resultou de numa escavação arqueológica realizada em 2003 num morro com uma elevação de cerca de 120 metros, situado a 45 minutos de distância da comuna do Dombe Grande, na província de Benguela.

Segundo Paulo Valongo, a descoberta de lascas de pedra e de pedras trabalhadas "leva a concluir que essa área contém uma indústria lítica".

O Museu Nacional de Arqueologia tem vindo a realizar escavações desde 1979, envolvendo arqueólogos angolanos e franceses, além de estudantes de Centro Universitário de Benguela.

A denominada "Escola Arqueológica de CampoÈ decorre todos os anos naquela área, salientou Paulo Valongo, acrescentando que a iniciativa serve para aprofundar aspectos relacionados com a cadeira de Arqueologia, ministrada de forma teórica no Centro Universitário de Benguela.

Paulo Valongo referiu que ainda não é possível atribuir uma data mais precisa às peças líticas encontradas no morro de Chitandalúkua, uma vez que elas "ainda não foram analisadas, devido à inexistência de um laboratório apropriado em Angola".

"No âmbito da cooperação existente com a França, as peças encontradas nestas pesquisas vão ser levadas para um laboratório francês, onde serão analisadas", acrescentou.

"Esta é uma das dificuldades que encontramos na realização dos nossos trabalhos, para além da falta de recursos humanos", disse Paulo Valongo.

O director do Museu Nacional de Arqueologia assegurou, no entanto que, nos próximos cinco a dez anos, vão ser realizadas mais prospecções de recolha de dados naquela área, que será submetida a "um amplo estudo".

Na perspectiva de Paulo Valongo, este projecto servirá para "lançar as bases para a realização de uma escola internacional de campo, que contará com a experiência de uma equipa de arqueólogos da República Democrática do Congo, da República do Congo e de Moçambique, sob supervisão da França".

O Museu Nacional de Arqueologia, criado no século XIX, conta com um acervo de 9.147 peças, sendo actualmente visitado por cerca de mil pessoas por ano.

Segundo Paulo Valongo, "os materiais encontrados nas pesquisas arqueológicas são depois expostos no museu durante algum tempo", mas lamentou "a falta de cultura das pessoas que visitam os museus".

Relativamente a outras descobertas arqueológicas efectuadas pelo museu, Paulo Valongo disse que explorações e sondagens feitas num paleo-lago existente na localidade de Dungo, na região da Baía Farta, permitiram encontrar ossadas de baleia, já transformadas em fósseis.

"Essas ossadas, com mais de 350 mil anos, foram levadas para França, onde estão a ser analisadas por um cientista francês especializado em fauna africana", disse Paulo Valongo.


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