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  Cultura
Portugal é o segundo destino dos bolseiros angolanos
- 3-Dec-2002 - 15:25

Portugal é, depois de Cuba, o país onde se encontram mais bolseiros angolanos, dos 1.020 estudantes existentes actualmente com este estatuto, disse uma fonte oficial em Luanda.

Segundo a responsável do sector de Estatística do Instituto Nacional de Bolsas de Estudo (INABE), Esperança Agostinho, esta instituição, criada nos anos 80, já investiu cerca de 120 milhões de dólares (aproximadamente o mesmo valor em euros) na formação de 14.600 estudantes.

«Actualmente, gastamos por ano 19 milhões de dólares com os nossos bolseiros», afirmou Esperança Agostinho.

Segundo esta responsável, Cuba é o país com o maior número de estudantes angolanos desde 1975, altura em que partiu o primeiro grupo de bolseiros. Não foi referido, no entanto, o total de bolseiros por país.

Esperança Agostinho informou que desde a independência de Angola, em 1975, o país formou no exterior aproximadamente 5.914 estudantes no ensino superior e 7.675 no ensino médio.

Os sectores da agricultura, saúde, economia e direito são os que mais quadros têm recebido.

O regresso dos estudantes ao país, após a conclusão dos estudos, constitui uma das principais dificuldades enfrentadas pelo INABE, disse Esperança Agostinho.

«O maior problema é o regresso dos nossos quadros que, depois da conclusão, não querem voltar», declarou a responsável, acrescentando que a situação tende, no entanto, a inverter-se já que «desde os anos 90 são poucos os que não regressam».

Segundo Esperança Agostinho, muitos deles não queriam regressar devido à situação de guerra e às dificuldades que o país enfrentava.

No término dos estudos, a maior parte dos estudantes que se encontrava na Europa de Leste partia com destino a países ocidentais.

A falta de enquadramento nos sectores de trabalho quando do seu regresso ao país era outra das causas da «fuga» de quadros para outros países, onde pudessem encontrar maiores oportunidades de emprego, concluiu aquela responsável.

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