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  CPLP
Sociedade civil preocupada com crise política
- 15-Mar-2004 - 10:20

A sociedade civil de São Tomé e os partidos políticos apelam para saída consensual na resolução da actual situação política do país.

Em comunicado, o fórum da mulher que diz estar certa de que o agravamento da situação política terá consequências negativas na vida das mulheres e mães, responsabiliza todos aqueles, que pelas suas acções e intenções, entravam o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe.

Considera ainda que os resultados da permanente instabilidade política recaem particularmente sobre as camadas mais pobres e vulneráveis desta sociedade, principalmente as mulheres e as crianças.

A Organização Nacional dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe-Central Sindical considera que o país vê-se confrontado com uma eminente crise política, com consequências imprevisíveis para os trabalhadores em particular e a população em geral.

A ONTSTP-CS, através de um comunicado emitido, na sequência da reunião ordinária do seu conselho central, diz seguir com muita preocupação a situação actual e responsabiliza a classe política pelas consequências que daí possam advir.

Essa organização sindical apela os órgãos do poder político para buscar uma saída consensual na resolução do actual conflito, visando a salvaguarda dos interesses legítimos do povo de São Tomé e Príncipe.

A União Geral dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe (UGT-STP)apela, por sua vez, todos os órgãos de soberania para elegerem o diálogo, a tolerância como armas para semear a concórdia e, com ela, içar a bandeira da paz e estabilidade.

O apelo desta central sindical deve-se à instabilidade política e governativa que vem caracterizando o país nos últimos tempos.

A UGT-STP alerta que o sofrimento do povo está a aumentar e que é precisa agora, mais do que nunca, muita acção no sentido de se proporcionar aos são-tomenses melhores dias.

A União Geral dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe considera que a vida do povo são-tomense e dos trabalhadores em particular tem vindo a degradar-se a cada dia que passa, razão pela qual muitos são-tomenses estão impedidos de satisfazer a necessidade básica da vida humana, mormente comer, estando assim, segundo a UGT-STP, a viver no limiar da pobreza.

Em relação aos partidos políticos, a Coligação Uê-Kedadji, argumenta que, já há muito tempo, sabia da inexistência de seriedade por parte do actual governo, enquanto a Frente Democrata Cristã, de Arlécio Costa, diz que o erro é bastante grave e que a tentativa de querer explicar as razões da sua assinatura veio complicar ainda mais a situação porque dá razão a aqueles que ainda tinham dúvidas em relação a alguns dirigentes são-tomenses, devido à sua desonestidade e à falta de transparência nos negócios do Estado.

O FDC revela ainda que, numa altura em que o país precisa de estabilidade para responder aos diversos engajamentos internacionais assumidos, nomeadamente o leilão dos blocos da zona exclusiva, bem como as realizações da cimeira da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) e do fórum nacional, a saída destes ministros do governo só demonstra a falta de sentido do Estado e um total desprezo pela nação são-tomense.


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